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Um Estado Democrático de Direito, como o nosso, está assente no seu ordenamento jurídico, sendo a sua lei suprema a Constituição da República.  E é no ordenamento jurídico que está plasmado o que legalmente se pode fazer. É com base nele que vivemos em sociedade, com direitos e deveres impostos pela lei. 

É assim que a CRP no n º 4 do art.º 46 proíbe organizações que partilhem ideologia fascista. Pena que este artigo tenha ficado incompleto e não tenha contemplado, igualmente, a proibição de organizações que partilhem ideologia de extrema esquerda.

É que entre uns e outros, venha o diabo e escolha. E vem isto a propósito do que se está a passar, neste país à beira mar plantado, no pós-eleições legislativas de 30 de Janeiro de 2022, que ditou uma maioria absoluta do Partido Socialista, e colocou o Chega como terceira força política, com um grupo parlamentar de 12 deputados.

Desde já faço uma declaração de interesses. Não sou do chega, nem tenho qualquer afinidade com o mesmo. Todavia, sendo o Chega um partido legalmente constituído, não tendo sido objecto de dissolução, o chega e os seus Deputados têm de ser respeitados, nos mesmos moldes, em que são os demais partidos e Deputados eleitos.

A não ser assim, estaremos a agir contra a lei, a considerar os eleitores do chega menos do que os outros, violando deste modo o principio da igualdade e da não discriminação, plasmado na nossa CRP. Não se percebe, pois, esta teoria da cerca sanitária, tão defendida por muitos, que pelos vistos têm dificuldade em viver em democracia e em respeitar a opinião dos outros.

À divergência de opinião, e à possibilidade de a expressar livremente, não sei se sabem, mas chama-se democracia.  E o extraordinário destas mentes pensantes, é que se escandalizam muito com a putativa extrema direita do Chega, quando andam, há anos, ao colo com a real extrema esquerda, querendo branquear e reescrever a história à boa maneira da extrema esquerda.

Hitler e Mussolini, foram uns assassinos sanguinários, sem dúvida e devemos repeti-lo até a exaustão. Mas não podemos querer branquear o maior assassino da história da humanidade, Josef Estaline. Sim, os campos de concentração nazis foram um horror, mas e os Gulag? E o Holodomor que matou à fome milhares de Ucranianos por ordem directa do arco íris da humanidade progressista, Estaline.

Por isso não queiram demonizar uns e branquear outros. Não estamos perante nenhum concurso de detergentes de roupa, para ver o que lava mais branco, estamos perante o pior que aconteceu à humanidade, e há uma parte que os intelectuais de pacotilha querem, a todo o custo branquear.

Mas não, haverá sempre quem tenha a coragem de o dizer, de falar deles. Por isso, em vez de estarem tão preocupados com o chega, deveriam era reflectir nas causas que levaram ao aparecimento do chega; por que razão o chega conseguiu este resultado.

Mas para isso teriam de assumir que andaram este tempo todo a tentar branquear a história, a levarem ao colo ideologias (extrema esquerda) cujo único interesse é destruir, porque apenas conseguem existência no caos.

Mas os que agora rasgam as vestes por causa do chega e do seu resultado, são os mesmos que adoram transformar criminosos em heróis e ver bandidos condecorados, como por exemplo, Otelo Saraiva de Carvalho, entre outros.  Enquanto continuarmos agarrados a estes mitos urbanos, enquanto continuarmos a querer branquear parte da história, a branquear uns e demonizar outros, não teremos grande futuro como democracia.

Fernando Vaz das Neves

P.S) podem colocar mais uma anotação na ficha - perigoso fascista.

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Fernando Vaz Das Neves
Author: Fernando Vaz Das NevesEmail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
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