A Governação PS de António Costa vista à lupa

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Parte 1

O Deficit do Orçamento

Em 2015 o deficit para efeitos do Semestre Europeu fixou-se em 2,98% vindo de 11,2% de 2010 deixado pelo PS.

Em 2018 o deficit terá ficado em 0,456% portanto abaixo dos 0,7% fixado pelo governo.

Ora sendo bom que o OE tenda para o deficit ZERO e depois para superavit importa saber como se lá chega. È sabido pelo INE que a carga fiscal fixou-se no valor mais alto desde 1995 em 35,4. Sabemos também que a página da austeridade que Costa e Centeno dizem ter virado, apenas foi transferida do cidadão para o Estado, que o diga o SNS, Educação, Justiça e Segurança com as cativações depois transformadas em cortes, verdadeira austeridade que de seguida chega ao cidadão com piores serviços públicos e mais caros resultantes de mais impostos. Basta atentar nos números da execução orçamental dos três anos fechados 2016, 2017 e 2018 e compará-la com os valores inscritos e aprovados na AR. È um desvio de perto de 3 mil  milhões abaixo do aprovado.

Escolas em que salas metem água, ou que a tão urgente substituição de coberturas de amianto só era urgente durante o Governo Passos Coelho e agora permanecem sem substituição por falta de verbas. Hospitais onde a falta de recursos humanos já de si deficitário, foi agravada pela introdução do horário das 35 horas. Onde tudo falta desde próteses, até simples fio de sutura ou medicamentos com os doentes de Hepatite C agora a demorarem 4 e 5 meses atém terem o medicamento, onde equipamentos avariam e estão meses sem funcionar porque não há verba para a reparação.

Tribunais onde os Juízes têm falta de papel para exararem despachos, ou falta de tinteiros nas impressoras. Esquadras da Policia onde chegam a ter toda a frota de carros inoperativos porque vão encostando à medida que avariam. E Costa vende a ideia que a criminalidade baixa, mas a verdade é que havendo menos efetivos nas ruas  os criminosos não são apanhados e dá a impressão errada da realidade e é essa a narrativa preferida por António Costa para “vender” a sua meia verdade da redução da criminalidade que afinal é uma das suas Fake News, porque só baixa porque os criminosos andam à solta.

Por tudo isto é uma enorme injustiça chamar a Centeno  Ronaldo das Finanças e o Cristiano e a sua reputada qualidade não o merece. Centeno  futebolisticamente será quando muito um Brahimi do FCP, pois finta muito e engana os adversários, mas não mais que isso.

Rogério Pires
Colaborador Convidado
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