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Guerra na Ucrânia: Eurodeputados querem manter pressão sobre a Rússia e garantir a independência energética





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Um mês após a invasão da Ucrânia pela Rússia, os eurodeputados exortaram a UE a aplicar mais sanções a Moscovo e a adotar medidas para proteger a economia e as famílias europeias.

Num debate com o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, e a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, sobre a cimeira informal de Versalhes (10-11 de março) e a próxima reunião do Conselho Europeu (24-25 de março), os eurodeputados voltaram a condenar a agressão russa contra a Ucrânia e elogiaram os Estados-Membros da UE pela resposta rápida na adoção de sanções sem precedentes contra a Rússia. Saudaram igualmente a forma como milhões de refugiados que fugiram da guerra na Ucrânia estão a ser acolhidos pelos países europeus.

“A Rússia é responsável por esta guerra”, sublinhou o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, condenando a morte, destruição e sofrimento infligidos ao povo ucraniano e às suas cidades. Michel assegurou aos eurodeputados que não haverá impunidade para os responsáveis por crimes de guerra e elogiou a coligação internacional que se uniu com o “objetivo comum de derrotar Vladimir Putin”. Tendo a paz e a prosperidade como objetivo global, a UE precisa de reduzir a sua dependência energética, melhorar a sua arquitetura de segurança e reforçar os alicerces da sua economia, concluiu.

“Se a liberdade tem um nome, o seu nome é Ucrânia e a bandeira ucraniana é hoje a bandeira da liberdade”, disse a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen. Salientou que a UE fará desta guerra um fracasso estratégico para Putin. As severas sanções adotadas pela UE já estão a ter efeitos e os recursos que Putin está a utilizar para financiar esta guerra devem ser esgotados, acrescentou. Em relação à energia, Ursula von der Leyen defendeu que “a política energética é também política de segurança” e garantiu que a UE já tem e continuará a adotar medidas para se tornar independente das importações de gás e petróleo russos.

A maioria dos eurodeputados concordou que a UE deve reforçar a sua autonomia estratégica em matéria de defesa e energia, insistindo que deve fazê-lo rapidamente. Notando que as importações de gás russo estão a financiar indiretamente o ataque à Ucrânia, defenderam a diversificação do abastecimento de energia e o investimento em energias renováveis. Muitos destacaram o efeito que o aumento dos preços da energia está a ter na economia e os riscos para a segurança alimentar, apelando ao apoio às famílias e às empresas.

As perspetivas de adesão da Ucrânia à UE e a necessidade de defender a democracia contra outros regimes autocráticos, tais como a China, foram também abordadas durante o debate. Vários eurodeputados insistiram que todos os Estados-Membros devem partilhar a responsabilidade de proteger os que fogem da guerra da Ucrânia, e não apenas os países vizinhos.

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