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Homem de fato escuro e gravata, em ambiente institucional com várias bandeiras ao fundo, ilustrando uma reunião política europeia.
Foto: Tony Da Silva-DR


Bruxelas, 12 mai 2026 (Lusa) – O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, manifestou-se hoje contra a criação de um exército europeu, frisando que o importante é reforçar o pilar europeu de Defesa na NATO e investir nas Forças Armadas nacionais.

“Tendencialmente sou contra a ideia de um exército europeu, o que não invalida que no espaço da União Europeia (UE) e no contexto europeu, não devamos articular aquilo que são aspetos fundamentais de uma Defesa comum”, afirmou Nuno Melo em declarações aos jornalistas à margem de uma reunião dos ministros da Defesa da União Europeia (UE), em Bruxelas.

O ministro da Defesa referiu que a sua oposição a um exército europeu é uma “posição antiga, de há muitos anos no Parlamento Europeu e não muda no âmbito do Governo”.

“Eu entendo que nós devemos reforçar aquilo que é o pilar europeu de Defesa da NATO, o que passa por dar melhores condições aos nossos militares, por modernizar e melhorar infraestruturas e equipamentos, por estarmos à altura das missões que nos são pedidas dentro e fora, que é uma coisa diferente de um exército europeu”, afirmou.

O Governo espanhol tem defendido a criação de um exército europeu, afirmando que isso deve ser feito imediatamente, “não em dez anos”, como forma de preservar a sua liberdade num contexto de crescentes tensões com os Estados Unidos.

Essa ideia já foi descartada pela Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, que a considerou ilusória, apelando antes a que se reforcem as Forças Armadas dos países europeus.


 



 

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