Luso.eu | Jornal Notícias das Comunidades Portuguesas - Bruxelas lança oficialmente Banco Europeu de Hidrogénio com 800 ME em subvenções
sexta-feira, 01 março 2024

CANDIDATOS DO PS NA FEIRA…

Fev. 29, 2024 Hits:164 Opinião

Não cedamos à facilidad…

Fev. 29, 2024 Hits:309 Opinião

Quero ser uma árvore

Fev. 24, 2024 Hits:657 Crónicas

Morre Navalny mas não a …

Fev. 24, 2024 Hits:201 Opinião

COMPETÊNCIA CÍVICA

Fev. 15, 2024 Hits:376 Crónicas

UNIVERSITAS

Fev. 14, 2024 Hits:290 Crónicas

CIDADÃO DECISOR

Fev. 10, 2024 Hits:253 Crónicas

Desconsideração políti…

Fev. 09, 2024 Hits:637 Opinião

Haja diferenças!

Fev. 07, 2024 Hits:319 Opinião

O Homem: um ser limitado

Fev. 06, 2024 Hits:297 Crónicas

O BANCO NOVO

Fev. 06, 2024 Hits:431 Crónicas

Entre a Esperança e a In…

Fev. 04, 2024 Hits:246 Opinião

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Fev. 04, 2024 Hits:365 Crónicas

Bruxelas lança oficialmente Banco Europeu de Hidrogénio com 800 ME em subvenções





A sua generosidade permite a publicação diária de notícias, artigos de opinião, crónicas e informação do interesse das comunidades portuguesas.


Esta publicação é da responsabilidade exclusiva do seu autor!


A Comissão Europeia anunciou hoje o lançamento oficial do Banco Europeu de Hidrogénio, com um primeiro leilão de 800 milhões de euros para projetos da União Europeia (UE) que produzam hidrogénio ‘verde’ no espaço de cinco anos.

“A Comissão lançou hoje o primeiro leilão no âmbito do Banco Europeu de Hidrogénio para apoiar a produção de hidrogénio renovável na Europa, com um montante inicial de 800 milhões de euros de receitas do comércio de licenças de emissão, canalizadas através do Fundo de Inovação. Os produtores de hidrogénio renovável podem candidatar-se a apoio sob a forma de um prémio fixo por quilograma de hidrogénio produzido [sendo que] o prémio se destina a colmatar a diferença entre o preço de produção e o preço que os consumidores estão atualmente dispostos a pagar, num mercado em que a produção de hidrogénio não renovável continua a ser mais barata”, explica Bruxelas em comunicado.

Definido está que, nesta primeira ronda, os projetos selecionados recebam a subvenção atribuída para além das receitas de mercado que geram com as vendas de hidrogénio, durante um período máximo de 10 anos, mas uma vez assinados os contratos é necessário começar a produzir hidrogénio renovável no prazo de cinco anos.

As propostas, que devem ser submetidas até 08 de fevereiro de 2024, devem basear-se num prémio de preço proposto por quilograma de hidrogénio renovável produzido, até um limite máximo de 4,5 euros/kg, indica o executivo comunitário.

A ideia é que, com este banco anunciado há mais de um ano, a Comissão Europeia assegure um financiamento necessário inicial de três mil milhões de euros para cobrir o risco da compra e venda de hidrogénio ‘verde’.

Para a primavera de 2024, está prevista a segunda ronda de leilões do Banco Europeu do Hidrogénio.

“O Banco de Hidrogénio complementa outros instrumentos políticos destinados a criar um mercado para o hidrogénio renovável, a estimular os investimentos na capacidade de produção e a aumentar a escala da produção. O hidrogénio renovável tem um papel fundamental a desempenhar no futuro cabaz energético da Europa, em especial para a descarbonização da indústria pesada e de alguns setores dos transportes, substituindo os combustíveis fósseis”, argumenta a Comissão Europeia.

A UE estipulou como meta a de produzir 10 milhões de toneladas de hidrogénio ao nível nacional até 2030, no âmbito do plano energético REPowerEU.

A financiar o Banco Europeu do Hidrogénio estão as receitas provenientes do regime de comércio de licenças de emissão da UE entre 2020 e 2030, num orçamento estimado em 40 mil milhões de euros, e o Fundo de Inovação da UE.

Esta iniciativa visa apoiar a produção doméstica de hidrogénio da UE e reduzir as importações de hidrogénio renovável de parceiros internacionais.

Atualmente, o hidrogénio representa cerca de 2% do cabaz energético da UE e praticamente todo o existente (95%) é produzido por combustíveis fósseis, que libertam anualmente entre 70 a 100 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2).

O hidrogénio ‘verde’, por seu lado, é proveniente de fontes renováveis, pelo que não emite CO2 e liberta quantidades diminutas de poluentes atmosféricos.

Pode ser utilizado como matéria-prima, combustível e vetor de transporte ou armazenamento de energia e aplicado nos setores da indústria, dos transportes, da energia e dos edifícios.

Luso.eu - Jornal das comunidades
Redacção
Author: RedacçãoEmail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Para ver mais textos, por favor clique no nome do autor
Lista dos seus últimos textos



Luso.eu | Jornal Notícias das Comunidades
Partilhe o nosso conteúdo!

A SUA PUBLICIDADE AQUI?

A nossa newsletter

Jornal das Comunidades

Não perca as promoções e novidades que reservamos para nossos fiéis assinantes.
O seu endereço de email é apenas utilizado para lhe enviar a nossa newsletter e informações sobre as nossas actividades. Você pode usar o link de cancelamento integrado em cada um de nossos e-mails a qualquer momento.

TEMOS NO SITE

Temos 390  pessoas que estão a ver esta página no momento, e 0 membros em linha

Top News Embaixada

 
 
0
Partilhas
0
Partilhas