script async src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-3525825446826650" crossorigin="anonymous"> JUSTIÇA - luso.eu | Jornal de Notícias das Comunidades Portuguesas
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Homem de fato e gravata a falar num microfone, sentado em frente a um fundo azul com o logótipo 'Press Club Brussels Europe', sugerindo uma conferência de imprensa ou declaração pública.
Foto: Tony Da Silva


A advogada Sara Leitão Moreira renunciou, esta terça-feira, à defesa do antigo primeiro-ministro José Sócrates, abandonando o processo da Operação Marquês apenas duas semanas após ter assumido o cargo.

Em declarações aos jornalistas, a causídica justificou a decisão por considerar "humanamente impossível" analisar o vasto volume de documentos do processo no prazo de dez dias estipulado pelo tribunal. Sara Moreira foi contundente nas críticas, afirmando que "não é figurante" e acusando as instâncias judiciais de demonstrarem "displicência" e de atropelarem o direito a uma defesa efetiva.

Esta demissão agrava o impasse jurídico que envolve José Sócrates, que já viu passar pela sua equipa nomes como João Araújo (falecido), Pedro Delille e José Preto. Com esta nova baixa, o julgamento sofre novo revés, restando agora ao tribunal aguardar pela nomeação de um novo defensor por parte da Ordem dos Advogados ou por uma nova escolha direta do arguido.