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O ministro da Defesa português, de fato e gravata, fala para vários microfones de órgãos de comunicação social durante uma conferência de imprensa em Bruxelas.
Fotos: Tony Da Silva - DR


Bruxelas, 12 mai 2026 (Lusa) – O ministro da Defesa afirmou hoje que Portugal ainda está a ponderar se reforça os efetivos militares da missão naval da UE no Mar Vermelho e se participa com meios numa eventual iniciativa franco-britânica no Estreito de Ormuz.

Em declarações aos jornalistas à margem de uma reunião dos ministros da Defesa da União Europeia (UE), em Bruxelas, Nuno Melo afirmou que as Forças Armadas portuguesas já estão a participar nas missões navais Atalanta, no Oceano Índico, e Aspides, no Mar Vermelho.

“Portugal tem, neste momento, militares no quartel-general e, portanto, aquilo que poderá ser ponderado em qualquer momento é, eventualmente, um reforço da participação que Portugal já tem no âmbito da União Europeia. Mas é uma questão que, neste momento, não está ainda decidida”, afirmou.

Questionado sobre qual é a posição de Portugal quanto à extensão do mandato da missão Aspides para o Estreito de Ormuz, um dos assuntos que está a ser hoje discutido pelos ministros da Defesa da UE, Nuno Melo respondeu que, no caso de Portugal, não está em causa “um alargamento do mandato”.

Está em causa “um alargamento, eventualmente, da participação de Portugal, se for caso disso. É uma decisão que o Governo ainda não tomou, mas essa ponderação terá de ser feita a cada momento, tendo em conta também as circunstâncias”, frisou.

Perante a insistência dos jornalistas sobre como é que Portugal vai votar caso hoje os ministros tenham de decidir se a UE alarga a missão Aspides ao Estreito de Ormuz, o ministro respondeu que “Portugal terá uma palavra a dizer no momento em que o Governo assim decida que o fará”.

“Não tendo eu um mandato estrito agora, não lhe posso adiantar”, referiu.

No dia em que a França e o Reino Unido estão a organizar uma reunião dos ministros da Defesa para discutir e impulsionar uma missão multinacional no Estreito de Ormuz, na qual Portugal estará representado pelo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, que participará por videoconferência, Nuno Melo foi também questionado se o Governo admite empenhar meios navais nessa missão.

Na resposta, o ministro da Defesa referiu que essa “é uma questão a considerar num momento próprio, depois de tidas todas as reuniões, depois de obtidos todos os dados”.

“Não é o caso neste momento. Enquanto falamos, o tempo é de escutar. Mais adiante, teremos o tempo de decidir”, disse, insistindo que Portugal há de manifestar-se sobre esse assunto “no momento certo, quando tiver todos os dados em cima da mesa”.

 


 



 

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