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Conferência de imprensa com dois homens em fato e gravata sentados à mesa, rodeados por microfones, com bandeiras dos Estados Unidos ao fundo, representando uma comunicação oficial do governo norte-americano.


WASHINGTON – O novo Secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou este domingo estar "plenamente convicto" de que os líderes europeus acabarão por reconhecer a legitimidade da anexação da Gronelândia pela administração Trump.

Numa entrevista concedida à rede NBC, o governante norte-americano sublinhou que o pragmatismo económico e as necessidades de defesa forçarão uma mudança de postura no Velho Continente.

Bessent, que assumiu o cargo a 28 de janeiro de 2025, defendeu que a integração do território árctico na esfera de soberania dos EUA é um passo lógico e irreversível. "Os europeus projetam resistência agora, mas acabarão por ceder quando compreenderem que precisam da proteção de segurança dos Estados Unidos", declarou o Secretário do Tesouro, estabelecendo uma ligação direta entre a cooperação militar e a aceitação deste novo desenho geopolítico.

Economia e Segurança no centro do debate

Para a equipa económica de Washington, a Gronelândia não representa apenas uma questão de território, mas um ativo estratégico vital num Ártico em rápido degelo e cada vez mais disputado. Bessent sugeriu que a resistência inicial de Bruxelas e de Copenhaga é passageira, reforçando que os benefícios económicos e a estabilidade regional garantida pelos EUA serão argumentos persuasivos.

Estas declarações surgem num momento de tensão diplomática, com os países europeus a lutarem para manter a coesão face às pressões da nova administração norte-americana. O Secretário do Tesouro reiterou que o "palco do mundo" está a mudar e que os parceiros transatlânticos deverão ajustar-se à realidade de que os EUA pretendem consolidar o seu controlo sobre os recursos e as rotas marítimas do Norte.

Esta postura de Scott Bessent confirma a linha dura da atual presidência, que já tinha dado sinais claros de que a aquisição ou controlo da Gronelândia seria uma prioridade absoluta para a segurança nacional e para a expansão da influência americana no Ártico.

 


 

 


 



 

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