A Associação Têxtil e Vestuário de Portugal organiza hoje uma conferência de imprensa, na REPER Portugal, em Bruxelas com o intuito de partilhar: o conhecimento de experiência feito acumulado no sector têxtil (1) a historia de sucesso da extraordinária capacidade de sobrevivência e adaptação à mudança da industria têxtil portuguesa (2).

“O nosso dia a dia não é fácil. Trabalhamos na mais difícil das industrias. Para ter sucesso é preciso acreditar e ter uma grande vontade de vencer. Nós conseguimos e temos orgulho nisso”, afirma Paulo Vaz, Director da ATP.

Paulo Vaz relembra que em 2016, as exportações têxteis portuguesas ultrapassaram a barreira dos cinco mil milhões de euros, batendo um recorde que durava desde 2001, quando o setor tinha o dobro das empresas e do emprego. Um recorde que vai voltar a ser quebrado este ano, com uma progressão de 4%, bem acima dos 2,5% estimados para o crescimento do PIB nacional.

“Durante os anos da crise, quando muitas empresas desapareceram, o meu maior receio foi que a nossa industria têxtil e de vestuário perdesse a massa critica necessária para atrair as marcas a virem cá fazer a suas colecções. Felizmente, conseguimos manter, concentrada num raio de 50 quilómetros, a oferta de um conjunto de especialidades que justificação a deslocação dos clientes ao nosso país”, refere Manuel Gonçalves, membro da direção do Cluster Têxtil.

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