Esta publicação é da responsabilidade exclusiva do seu autor.

Águas do Alto Minho: 4 meses sem factura e uma nova administradora

ID:N°/ Texto: 5570
Estrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativaEstrela inativa
 

Alegou “razões do fórum particular” a administradora executiva da empresa Águas do Alto Minho, Inês Ferreira Alves, e renunciou ao cargo.

Os administradores não executivos expressaram o “reconhecimento pelo desempenho da administradora executiva” que foi “pautado por uma elevada competência técnica , rigor e concretização dos principais objectivos definidos para a Águas do Alto Minho. Fernanda Maria Sousa Machado é a nova administradora executiva da empresa Águas do Alto Minho é engenheira de formação, e exerce actualmente funções na Câmara Municipal de Matosinhos, no distrito do Porto, revelou ontem em comunicado a empresa de gestão das redes de água em baixa e de saneamento que serve sete dos 10 concelhos do distrito de Viana do Castelo.

A vereadora do PSD em Caminha, Liliana Silva, afirmou que “não resolve o problema criado com a criação desta empresa” e que “sai uma mas entra outra e os salários dos cargos de gestão vamos ter que ser todos nós a pagar, sai uma e entra outra mas vamos todos continuar a pagar a logística e os encargos com o funcionamento inerentes à nova empresa”... A Águas do Alto Minho é detida em 51% pela Águas de Portugal e em 49% pelos municípios de Arcos de Valdevez (PSD), Caminha (PS), Paredes de Coura (PS), Ponte de Lima (CDS-PP), Valença (PSD), Viana do Castelo (PS) e Vila Nova de Cerveira (Movimento independente PenCe - Pensar Cerveira.

A empresa destaca ainda "o forte entusiasmo e dedicação que nortearam o exercício de funções e os objectivos entretanto já alcançados, que mereceram recente aprovação unânime dos acionistas, conseguidos num contexto de grande complexidade, que marcou o início da operação desta empresa pública que resultou da parceria entre o Estado português e os municípios”.

Recordar, ainda, que esta empresa começou a operar em Janeiro, "dimensionada para fornecer mais de nove milhões de metros cúbicos de água potável, por ano, e para recolher e tratar mais de seis milhões de metros cúbicos de água residual, por ano, a cerca de 70 mil clientes". A constituição desta empresa tem sido envolvida em polémica por parte de vários partidos e pela população devido aos 15 mil erros de facturação cometidos no primeiro trimestre de actividade da empresa e ao aumento "exponencial" das tarifas. A empresa tinha-se comprometido a regularizar a situação até finais de Maio, mas já lá vão 4 meses que os munícipes não recebem facturas.

Para ver mais textos, por favor clique no nome do autor.

Isabel Varela
Jornalista / colaboradora
Para ver mais textos, por favor clique no nome do autor.
Textos deste autor:

RECOMENDADOS PARA SI

Eventos este Mês

Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

Últimos Tweets

Covid-19: Internamentos hospitalares e casos graves aumentam em França https://t.co/CE7c5ogVXK
Covid-19: DGS e PCP começaram reuniões sobre "Avante!", decisões serão apenas técnicas - Sec. de Estado https://t.co/l10eAOL2JC
Covid-19: DGS e PCP começaram reuniões sobre "Avante!", decisões serão apenas técnicas - Sec. de Estado https://t.co/P76HY5Jub6
Follow Jornal das Comunidades on Twitter