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Reabriu hoje as Águas do Alto Minho em Caminha e regularização de facturas só em Maio

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Reabriu hoje na vila de Caminha a sucursal das Águas do Alto Minho … Recordamos que à cerca de duas semanas as instalações da empresa foram vandalizadas, tendo as montras sido grafitadas com insultos relacionados com os preços que são praticados pela empresa que faz a gestão das redes de água em baixa e de saneamento do Alto Minho.

A empresa já tinha encerrado as suas lojas de atendimento devido à actual pandemia de Covid 19 e agora após uma autorização especial do ministro do ambiente reabre e devidamente equipadas com material de protecção de funcionários e clientes.

Mas, o conselho de administração após as inúmeras queixas dos clientes ao seu funcionamento tinha prometido reforçar a comunicação com os clientes que estava prejudicada devido ao seu encerramento. A empresa fez saber que esta situação levou as pessoas a recorrerem muito aos contactos telefónicos, que não estavam dimensionados para uma situação desta natureza, e aos emails, através do correio eletrónico. Assim, mais recursos humanos estão a ser mobilizados.

No entanto, em relação às facturas com valores exorbitantes que chegaram às casas dos clientes, e que segundo a empresa se deveu a um erro informático, aponta-se para final de Maio que tudo seja regularizado.

Segundo as Águas do Alto Minho cerca de 15 mil consumidores foram afectados com este erro informático fazendo chegar valores erróneos. O conselho de administração garantiu que ninguém será prejudicado e quem tiver que ser ressarcido, será.

Segundo a empresa Águas do Alto Minho surgiram dois tipos de erros, ou seja, um está relacionado com a transição de informação de sete sistemas municipais de facturação diferentes para um só sistema informático, e a outra tipologia de erro, diz respeito às estimativas de consumo e com a necessidade de calibrar o novo sistema de leitura aos consumos reais dos clientes.

Por outro lado, à DECo chegaram dezenas de reclamações …
Recordamos que o objectivo da constituição da empresa era “melhorar a qualidade do serviço nos sete municípios aderentes, reduzir as perdas de água (em um terço da água não facturada), atingir o pleno cumprimento das licenças de descarga das Estações de Tratamento de águas Residuais (ETAR) de pequena dimensão, melhorando a qualidade das massas de água da região e as condições de saúde pública das populações.

Esta empresa que começou a operar em Janeiro deste ano foi logo alvo de contestação em Março através de uma petição pública lançada por um movimento constituído por residentes de sete concelhos do distrito de Viana do Castelo e que pedia o fim da empresa, face ao aumento exponencial dos valores facturados e onde já eram apontados erros de facturação e irregularidades logísticas e processuais.

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Isabel Varela
Jornalista / colaboradora
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