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Continuam as voltas e reviravoltas da concessão da água em Caminha

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Recentemente, a Câmara Municipal de Caminha aprovou a constituição de uma parceria com congéneres do Alto Minho e o Estado para a gestão multimunicipal dos sistemas, em baixa, de água e saneamento.

Esta autarquia salientou que a nova empresa Águas do Alto Minho «estará em condições de concorrer a fundos comunitários a que os municípios não teriam acesso isoladamente e garantirá a Caminha um investimento de cerca de sete milhões de euros, só nos primeiros cinco anos».
Em causa está a proposta de criação da Águas do Alto Minho, empresa de gestão das redes de água, em baixa, e do saneamento, detida em 51% pela Águas de Portugal (AdP) e, em 49%, pelos dez municípios da região.

Por sua vez, a oposição social-democrata mostrou-se contra porque tal «irá duplicar e triplicar o valor da factura da água já em 2019» e que esta «empresa pública reveste-se de uma necessidade e contornos que nos causam muita estranheza  uma vez que os municípios aderentes,  para terem volume em termos de população, para acorrerem aos fundos europeus bastaria juntarem-se no âmbito da CIM e não necessitavam de criar uma empresa».

Esta decisão estava pendente da aprovação da assembleia municipal de Caminha …Aconteceu, mas o PSD de Caminha mostrou-se indignado quando reparou que «o contrato que iria ser aprovado na Assembleia Municipal, conforme a lei prevê, e que deveria estar uniforme em todos os concelhos, porque se trata  de um contrato único para todos os envolvidos , afinal em Caminha é aprovado com clausulas e artigos diferentes. Apesar de advertidos sobre o facto, a maioria socialista liderada pelo. Miguel Alves, passa por cima de tudo e de todos e leva a votação e respectiva aprovação um contrato que não corresponde com o que irá ser assinado pelas partes».

Este órgão de comunicação social contactou o executivo caminhense com o objectivo do esclarecimento, mas até hora de fecho nada nos foi dito. No entanto, o PSD afirma que «estaremos atentos e não iremos deixar avançar um contrato que não tenha sido aprovado em Assembleia Municipal, conforme a lei, claramente, prevê».

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