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“Caminha, a Navegação e seus Ofícios”

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“Caminha, a Navegação e seus Ofícios”

Já há data marcada para a feira medieval de Caminha! … De 25 a 29 de Julho as ruas desta vila minhota enchem-se de sons e vestes medievais e este ano previlegiando a vocação marítima e fluvial do território.

«O evento permitirá aos milhares de visitantes que são esperados fazer uma viagem no tempo, desta vez tendo o elemento água como o grande agregador, vincando-se assim a posição territorial e as fronteiras de água, que ditaram à Vila uma vocação tripartida: pesca costeira e fluvial, transporte entre margens e navegação.

A história volta a encher a vila de Caminha pois «se na cerca medieval se concentravam nobres e burgueses, a maior parte dos homens do Mar e do Rio dispersava-se, principalmente, nas Ruas do Vau e da Misericórdia. Em proximidade e complementaridade sazonal, trabalhavam os ofícios de pesca de rio (mestres e pescadores de barcos saveiros e lampreeiros, marinheiros de rio adentro ou de fisga) com os ofícios de pesca costeira (mestres de lanchas e de pinaças, pescadores, marinheiros e cordoeiros)”.

Às artes da navegação, seja de longo curso ou de cabotagem, associam-se, por outro lado, figuras como a do capitão das naus ou caravelas, mestres, mareantes, marinhagem, grumetes, enquanto no areal protegido virado ao norte, trabalhavam carpinteiros e calafates na azáfama da construção naval.

Já no Cais, agitavam-se barqueiros e carreteiros que faziam o transporte entre as margens dos rios. Caldeireiros, tanoeiros, serralheiros, ferreiros, armeiros forneciam materiais, enquanto os grandes mercadores (de panos, sal, vinhos, frutos secos, couro, calçado) tratavam dos seus negócios. Outros oficiais prestavam serviços directos ou indirectos às diversas artes, salientando-se os sacadores ou mamposteiros de cativos, vítimas de corso ou da pirataria, através do resgaste monetário nos grandes mercados de escravos.

O município caminhense salienta o seu objectivo na organização deste certame: a «recriação de um ambiente medieval através do comércio, das artes, ofícios, divertimentos, sabores e hábitos alimentares da Idade Média. No ano de 1291. A vila de Caminha é detentora de um centro histórico de grande riqueza patrimonial, cuja configuração remonta à época medieval, e que a Câmara Municipal de Caminha pretende valorizar, potenciar e promover».

Prometida está a magia …

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Isabel Varela
Jornalista / colaboradora
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