MNE diz que um dos desafios é encontrar a melhor forma para a diáspora se articular

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(Lusa) – O ministro dos Negócios Estrangeiros considerou hoje que um dos principais desafios é encontrar a melhor forma para as redes da diáspora se articularem e trabalharem melhor em conjunto.

“Como é que as várias redes de que hoje dispomos, a rede consular, órgãos de comunicação social portugueses e de língua portuguesa, rede consular e diplomática, das associações, das academias, dos luso-eleitos e das comunidades profissionais, como pomos estas redes em contacto, como trabalhamos mais uns com os outros para melhorar, potenciar e aumentar qualitativamente o impacto da nossa ação”, questionou Augusto Santos Silva na abertura do I Congresso Mundial de Redes da Diáspora Portuguesa, no Porto.

O governante perguntou ainda como é que nos adaptamos à mudança na emigração portuguesa e nas comunidades portuguesas, lembrando que sucessivas vagas de emigrantes de portugueses foram também constituindo comunidades radicadas no estrangeiro.

“E todos nos pertencem, aqueles que partiram, mas também os seus filhos, seus netos, seus parentes e seus familiares, são todos eles que fazem as comunidades portuguesas residentes no estrangeiro”, frisou.

Outra das questões prende-se com a forma como o país organiza os seus serviços para responder às necessidades dos emigrantes, mas também aos seus anseios, propostas e projetos, realçou.

Existem hoje milhares de jovens em mobilidade para os quais a Europa é o seu mercado de trabalho e o seu lugar de residência natural, assim como centenas de milhares de pessoas que enriquecem o nome de Portugal no estrangeiro através do seu trabalho, empreendimento e participação cívica, salientou.

Por isso, Augusto Santos Silva questionou como é que Portugal responde aos serviços que esses procuram, como utiliza as tecnologias para os melhorar e como é que o Governo, Administração pública e municípios organizam a sua estrutura para ajudar os emigrantes.

O governante interrogou ainda como é que o país vai consolidando e aprofundando a ligação das comunidades portuguesas com Portugal e vice-versa, como atrai investimento oriundo da diáspora e como utiliza as redes de profissionais, de investigadores ou de estudantes.

Por fim, mas classificando-a como a pergunta chave, Augusto Santos Silva considerou que o desafio é encontrar a melhor forma para que as várias redes de que hoje dispomos, a rede consular, das associações, das academias, dos luso-eleitos ou das comunidades profissionais, para se colocarem em contacto e trabalharem mais uns com os outros para melhorar qualitativamente o impacto da sua ação.


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