O nosso mundo, da Internet e das tecnologias digitais, está numa constante transformação incidindo sobre a sociedade e as empresas e outros meios de actividade laboral e de lazer.

São incontornáveis, na vida de cada europeu e precisam por isso de ser legisladas as suas vertentes e usos, nomeadamente através do Mercado Único Digital. Nesse sentido a Comissão Europeia laçou hoje, "as fundações para o futuro digital da Europa". 

Os deputados do PCP, BE no Parlamento Europeu rejeitaram, mais uma vez, a Directiva dos Direitos de Autor no Mercado Único Digital. "Esta Directiva não garante a defesa do direito à cultura e ao conhecimento e ataca a liberdade de expressão abrindo campo para práticas de hiper-vigilância e de censura digital.

Não protege os direitos e interesses das partes mais vulneráveis nomeadamente autores, artistas, criadores, intérpretes, jornalistas e é um instrumento para uma maior concentração monopólio no sector".

Estes votos contra não impediram a votação da directiva que visa ainda, "Um Mercado Único Digital plenamente funcional que poderá contribuir com 415 mil milhões de euros por ano para a nossa economia e criar centenas de milhares de novos postos de trabalho".

 


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