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Liliana Rodrigues acompanha relatório sobre a Educação na era digital

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Liliana Rodrigues acompanha relatório sobre a Educação na era digital
A eurodeputada Liliana Rodrigues foi nomeada hoje, em Estrasburgo, pelo Grupo Socialista Europeu, para acompanhar o relatório sobre a Educação na era digital.

A atribuição do documento à madeirense surge no âmbito dos trabalhos da Comissão da Cultura e da Educação.

Sobre a temática do relatório, Liliana Rodrigues revela que a União Europeia (UE) tem estado atenta aos desafios impostos, em todas as áreas, pelo digital e que a Europa tem “a obrigação de encontrar soluções para as necessidades dos cidadãos de forma a permitir-lhes a adaptação a um mundo cada vez mais digital”.

A deputada socialista afirmou que os desafios da digitalização têm de ser trabalhados “através da educação, formal e não formal, dotando os cidadãos europeus de competências para que possam progredir na sua área profissional, mas também para que tenham condições de aproveitar os benefícios do mundo digital na sua vida privada”, acrescentando que o documento proposto pela Comissão da Cultura e da Educação será “uma boa oportunidade para apresentar melhorias relativas à adaptação dos sistemas de ensino actuais que, apesar de já terem em conta as competências digitais, ainda necessitam de um maior incentivo e, sobretudo, de incorporar uma perspetiva a longo prazo”.

Segundo o Índice de Digitalidade da Economia e da Sociedade (IDES) de 2018, Portugal ocupa a 16.ª posição entre os 28 Estados-membros da UE. O relatório anual divulgado pela Comissão Europeia mostra que 50% da população portuguesa não possui as competências digitais básicas necessárias para utilizar eficazmente a Internet, enquanto a média europeia situa-se nos 43%.

O relatório – que tem em conta parâmetros como a contectividade, o capital humano, a utilização de serviços de internet, a integração das tecnologias digitais e os serviços públicos digitais – revela ainda que 30% da população portuguesa não tem quaisquer competências digitais, enquanto esse valor na média europeia é de 17%. No geral, Dinamarca, Suécia e Finlândia surgem nos primeiros lugares da lista, enquanto Roménia, Grécia e Bulgária encontram-se no lado oposto.

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