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Num ataque de violência extrema, cujo objectivo era matar em quantidade. Destruir vidas, mas também destronar e abater a economia mundial.

Naquela manhã de Setembro, já lá vão 15 anos, a tragédia falava mais alto... Aviões civis despenhavam-se sobre as torres do World Trade Center, símbolo da prosperidade económica americana. Depressa se desmoronaram, matando cerca de 3 mil pessoas em tão pouco tempo! Choque e pavor, o mundo estremecia.

Muito mais que um aviso, era a indicação de uma guerra sem limites. Os fanáticos que matam em nome do Islão e outros deuses afins, atingiram o ponto alto de uma guerra sem quartel. Que continua a saga de matar cegamente, culpados e inocentes! Os ataques mais recentes em Madrid, Londres, Paris, Bruxelas, Nice, vieram certificar a determinação diabólica enraizada no extremismo radical... O terrorismo assentou praça e ganhou lugar permanente nas nossas vidas. As questões de segurança ficaram abaladas. O 11 de Setembro deu-nos a funesta convicção de que ninguém está a salvo! Os ataques da Al-Qaeda legitimaram todos os alvos, civis e militares. A Liberdade, um dos valores maiores da humanidade, ficou prisioneira do medo!


Quinze anos depois estamos mais fragilizados, porque menos livres, menos democráticos e até menos conscientes dos valores comuns a uma sociedade que ambiciona a paz e coesão social. E não sabemos o que nos espera... A hodierna sociedade não aprendeu a lição por inteiro. A economia tende ser o único objectivo, transformando-se num desastre humanitário, com incidências directas. As deslocações forçadas dos povos, a quem chamam de refugiados, é o expoente máximo dessa propensão socioeconómica.

O mundo precisa de uma radical viragem, a todos os títulos incluindo ambiental. A cegueira do poder e do ter, acabam por arruinar o planeta! E já não bastam cimeiras, nem outras frágeis decisões. Estamos a precisar de radicais mudanças. Urgentes, concretas, imediatas... Que todos estes sinais, que nos chegam de longe e de perto, estimule em nós a necessidade da mudança. Ao nível dos grandes decisores, pois claro, mas também a tudo que esteja ao nosso alcance! Na encruzilhada da vida que vença sempre a paz e o amor.

Entre os povos e nações, mas também nos corações insensíveis, empedernidos. Por nós e pelo nosso futuro comum!

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