Há uma realidade na Coreia do Sul desconhecida pela comunidade internacional, e para a qual a ONG, HAC (Human Rights Association for Coercive Conversion), tenta chamar a atenção do que lá se passa.

Começando com a manifestação em massa (120.000 participantes) em Seul em 28 de Janeiro de 2018, tem havido uma série de manifestações em vários países que fizeram campanha para a proibição da conversão forçada.

Trinta por cento da população coreana é cristã, mas são várias as confissões do cristianismo professadas, entre o catolicismo e o protestantismo. Segundo a HAC, existe uma verdadeira «guerra entre igrejas» (com dinheiro à mistura, claro) e há pessoas, normalmente jovens, a serem convertidas sob enorme pressão e maus-tratos.

Baseada no caso de uma coreana de 25 anos, que acabou por morrer a 9 de Janeiro de 2018, vítima da pressão e dos maus-tratos exercidos pelos próprios pais, instigados por um dos pastores especializados nas conversões forçadas, a HAC tem vindo a organizar manifestações em vários países.

No passado dia 17 de Fevereiro, houve uma manifestação em Berlim, para chamar a atenção não só de Berlim, mas do país e Europa inteira. Tem de ser divulgado, pelos direitos humanos!

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