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Acabei de dar os meus sentidos pêsames ao amigo Rui Borralho Garcia que acabou de perder a esposa está manhã, em Portugal. Não é fácil encontrar as palavras nestas circunstâncias, mas é também nestas circunstâncias que não devemos ficar calados perante o grande sofrimento de um amigo.

E então aqueles que são escritores, que manipulam as palavras todos os dias não hão-de encontrar uma palavra que exprima a dor, a compaixão, a solidariedade para com um amigo, ao perder a sua mais querida, a sua ainda tão jovem mulher da sua vida?

A Casa Garcia, que toda Bruxelas conhece, é a casa do Rui e da Emília. Foram eles os pilares desta casa, situada no coração de Bruxelas, bem perto da Place Flagey, uma porta-aberta há mais de 25 anos: uma pastelaria artesanal portuguesa, a dar a conhecer aos portugueses e belgas o famoso pastel de nata e a espalhar o nome de Portugal.

Perder a mulher é um abalo forte, é um tremor de terra numa vida cheia de esperança, de projectos, de sonhos. Neste momento, é nosso dever ir ao encontro do Rui para lhe darmos um abraço de reconforto, de coragem, de amizade. Neste momento de indizível sofrimento precisa do nosso apoio para que o trabalho de sua querida mulher Emilia, – a Casa Garcia – não possa desmoronar-se.

Lá onde ela agora estiver, estou certo que vai continuar a dar coragem ao Rui e aos seus dois filhos para que o nome da Pastelaria Garcia continue com as portas abertas na nossa cidade de Bruxelas.

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Joaquim Tenreira Martins
11 de Agosto de 2017

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