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Tertúlias Culturais regressaram à Casa de Sá





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Depois de algum interregno pela ausência do anfitrião e coordenador Miguel Ayres de Campos – Tovar em situação profissional por Londres, as Tertúlias culturais regressaram á Casa Grande de Sá, no concelho limarense.

Agora, a genealogia esteve aliada a publicações recentes, exposições no estrangeiro e novas aquisições por parte de bibliófilos limianos.

Assim, ao anoitecer de sexta, 3 do corrente, na Biblioteca do solar do Conde da Barca, participamos em mais uma convocatória de balanço de cultura e ciência regional nos últimos tempos. Abriu a sessão o genealogista arcoense Manuel Guilherme de Vasconcelos, para apresentar a sua separata do 5º congresso internacional sobre a Casa Nobre. Um Património para o Futuro, que decorrera em 2017 na capital do Vez.

Na sua comunicação, em co – autoria com João Carlos Gachineiro, e agora dada á estampa em quatro dezenas de páginas, sob o nome –Contributo para o Estudo da Heráldica do concelho dos Arcos de Valdevez. A família Macedo, da vila dos Arcos de Valdevez – é aflorado o Licenciado Tomé de Macedo Pacheco, sepultado na capela da Senhora do Rosário, na vila dos Arcos, onde faleceu em 1698. Registe-se, que há disponibilidade de exemplares para os interessados na sua aquisição…

A ilustre figura da igreja desempenhara funções de Provedor da Santa Casa local, Vigário Geral da extinta comarca de Valença do Minho, Comissário do Santo Ofício, D. Abade do Mosteiro de Ermelo e sua anexa paróquia do Vale. A representação do vínculo que instituíra passou á Casa da Aurora, em Ponte de Lima, em cujo arquivo foi descoberto o seu testamento. O estudo, interessa também a Ponte de Lima, dada a relação do fidalgo – sacerdote com a Casa do Anquião em Fornelos, fundada por Luis Meireles Pacheco, também o líder do Santuário da Senhora da Boa Morte, na Correlhã no ano de 1695.

O segundo participante na Tertúlia, foi o investigador e dono da casa. Miguel Ayres de Campos abordou o brasão dos Feijós, de Portugal e da Galiza, usado pelo poeta aquando diplomata na Suécia (1891 – 1917), intervenção motivada pela exposição inaugurada Sábado na Universidade de Estocolmo, que aquando da sua apresentação em Lisboa e Ponte de Lima, será completada com peças de colecção do também bibliófilo.

Fomos nós, convidados a encerrar as tagarelas culturais, com uma razão da mostra bio –bibliográfica no reino sueco, e do nosso modesto contributo, a par do Arquivo Municipal de Ponte de Lima, com excelente empenho de sua directora Cristiana Freitas; da embaixada de Portugal; da central sindical sueca LO; do arquivo da cidade de Estocolmo e patrocínio do Ministério dos Negócios Estrangeiros / Instituto Camões.

Luso.eu - Jornal das comunidades
Tito Morais
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