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PSD de Caminha exige fim das Águas do Alto Minho



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Os 3 vereadores do Partido Social Democrata na Câmara Municipal de Caminha, apelaram à “RESCISÃO IMEDIATA DO contracto” com as Águas do Alto Minho e “com justa causa”.

Liliana Silva, Paulo Pereira e Manuel Marques que “desde o início da constituição desta empresa votaram contra a criação desta parceria porque entendiam que iria penalizar gravemente os consumidores do concelho de Caminha através do pagamento de faturas avultadas de água”, sublinham em comunicado.

No entender destes vereadores o valor avultado das facturas de água deve-se aos gastos do funcionamento e funcionalismo da empresa, ao IVA e taxas cobradas, ao aumento para o dobro e quadruplo, no caso dos consumidores não domésticos, do valor da água por metro cúbico”. E, ainda, apontam “as constantes reclamações pela falta de profissionalismo no atendimento telefónico, a falta de leitura de contadores e o uso abusivo de estimativas”.

Liliana Silva refere que a “água é um bem essencial e não pode sair da esfera municipal, porque nos pertence a todos e não a alguns”.
O ataque torna-se mais duro quando os vereadores do PSD afirmam em nota de imprensa, que “ não podemos andar a pagar na factura da água, os luxos de uma empresa como brindes, cabazes alimentares, carros entre outros”.

A vereadora social democrata Liliana Silva é peremptória ao afirmar que “lutaremos contra tudo e contra todos, até às ultimas circunstâncias, como o estou a fazer desde 2018, para que o fim desta empresa seja uma realidade e que a água volte para a gestão municipal de onde nunca deveria ter saído”.
Recordar que na 5ª feira passada, os sete municípios (Caminha, Paredes de Coura, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira e Arcos de Valdevez ) que integram a Águas do Alto Minho criticaram o desempenho da empresa, dando-lhe “o prazo de uma factura para que “vire a página”, face à “enorme desilusão” da sua actuação.

A constituição da empresa tem sido contestada por vários partidos e pela população de alguns concelhos, que se queixam do aumento “exponencial” das tarifas e do “mau” funcionamento dos serviços, e que reclamam a reversão da sua criação e a devolução da gestão das redes de abastecimento de água em baixa e de saneamento a cada um dos municípios.

A Águas do Alto Minho é detida em 51% pela Águas de Portugal e em 49% pelos municípios de Arcos de Valdevez (PSD), Caminha (PS), Paredes de Coura (PS), Ponte de Lima (CDS-PP), Valença (PSD), Viana do Castelo (PS) e Vila Nova de Cerveira (Movimento independente PenCe – Pensar Cerveira), que compõem a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Alto Minho.
Três concelhos do distrito – Ponte da Barca (PSD), Monção (PSD) e Melgaço (PS) – reprovaram a constituição daquela parceria.

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Isabel Varela
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