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quinta-feira, 02 dezembro 2021

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Angariados 3,1 mil milhões de euros para apoiar os refugiados venezuelanos



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Foram angariados 3,1 mil milhões de euros esta terça-feira (26 de Maio) para ajudar a população deslocada da Venezuela. "Temos de nos orgulhar do que conseguimos", afirmou a Arancha González Laya, ministra espanhola dos Negócios Estrangeiros, na Conferência Internacional de Doadores, em solidariedade com os refugiados e migrantes venezuelanos nos países da região.

2,5 mil milhões de euros dos participantes na recolha de fundos digitais e 595 milhões de euros em donativos. No total, os países e instituições mundiais prometeram 3,1 mil milhões de euros durante a conferência.

Nas suas observações finais na conferência, González Laya deixou uma mensagem emotiva aos cidadãos da Venezuela. "Para os homens e mulheres. Aos jovens e às crianças. Aos migrantes, refugiados ou aos que ainda se encontram na Venezuela e que vivem em condições precárias. Não estão sozinhos. A comunidade internacional não se esqueceu de vocês. Apoiamo-vos e vamos continuar a trabalhar para encontrar soluções e apoiar o regresso à democracia na Venezuela", afirmou.

A conferência foi organizada pela União Europeia e pelo Governo espanhol, com o apoio do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), da Organização Internacional de Migração, da Noruega e do Canadá.

A iniciativa tem lugar no quadro do compromisso assumido pela UE na Conferência de Solidariedade realizada em Outubro de 2019 em Bruxelas no sentido de realizar uma conferência de doadores o mais rapidamente possível.

O seu objectivo era sensibilizar a comunidade internacional para a crise venezuelana, mobilizar recursos para ajudar a população deslocada, abordar a situação criada pela COVID-19 e permitir um maior e melhor envolvimento coordenado dos principais intervenientes.

O Serviço Europeu para a Acção Externa estima que 5,1 milhões de pessoas deixaram a Venezuela nos últimos cinco anos devido à instabilidade política, à insegurança e ao colapso económico. 80 por cento mudou-se para países da região.

Luso.eu - Jornal das comunidades
Rúben Castro
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