sexta-feira, 27 janeiro 2023

Isto não é um país É …

Jan. 20, 2023 Hits:265 Opinião

Epistocracia - O óptimo …

Jan. 15, 2023 Hits:988 Opinião

No Palácio do Raio

Jan. 15, 2023 Hits:400 Apontamentos

Távora- Varosa

Jan. 13, 2023 Hits:142 Crónicas

MAESTRO

Jan. 13, 2023 Hits:177 Crónicas

Braga de traço recente

Jan. 11, 2023 Hits:905 Apontamentos

Reforma Lei Eleitoral - M…

Jan. 11, 2023 Hits:165 Opinião

Racionalidade Politicamen…

Jan. 09, 2023 Hits:194 Opinião

A caminho de Salir

Jan. 08, 2023 Hits:1009 Crónicas

NO DEALBAR DE UM NOVO ANO

Jan. 08, 2023 Hits:385 Crónicas

Mobilidade e coesão social nas prioridades do gabinete que AMP abriu em Bruxelas (fotos)





A sua generosidade permite a publicação diária de notícias, artigos de opinião, crónicas e informação do interesse das comunidades portuguesas.


A Área Metropolitana do Porto (AMP) inaugurou hoje um gabinete em Bruxelas, na Bélgica, e definiu os transportes e a coesão social como as principais áreas para captar financiamento europeu que geralmente está inacessível.

“É evidente para todos que há a partir de Bruxelas […] um conjunto muito mais vasto de recursos a que nós, normalmente, não acedemos”, sustentou o presidente da AMP, Eduardo Vítor Rodrigues, em declarações aos jornalistas na Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia.

O também presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia acrescentou que há “duas grandes áreas” que interessam à AMP, composta por 17 municípios e com “quase dois milhões de pessoas”: a mobilidade e a coesão social.

No que diz respeito à mobilidade, os transportes “por si só não têm linhas suficientes de financiamento”, mas há outras que estão “muitas vezes acopladas a outras dimensões como a descarbonização, o ambiente e a sustentabilidade”, que a Área Metropolitana do Porto quer captar.

Na dimensão social, o propósito, explicou Eduardo Vítor Rodrigues, é resolver os maiores flagelos das “grandes cidades” que fazem parte da AMP, por exemplo os “problemas muito sérios de qualidade de vida, de habitação, de qualidade do espaço público e as questões dos resíduos”.

“Não podemos estar a trabalhar apenas baseados no contexto muito restrito dos fundos comunitários a que temos acesso, temos a obrigação de explorar mais”, completou.

O gabinete também pretende ser uma ponte entre as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e as empresas que estão sediadas e desenvolvem a sua atividade na AMP, porque muitas vezes o problema está no desconhecimento das candidaturas a fundos europeus disponíveis.

A AMP vai estar mais próxima da Comissão Europeia, pelo menos, durante este ano, mas para já o ‘lobby’ fica na gaveta.

“Neste momento ainda estamos numa fase muito inicial para ter essas inquietações, nós estamos a começar por conhecer muitos dos instrumentos disponíveis, antes de entrarmos numa área que para nós também é absolutamente essencial, que é a área do ‘lobby’, de influenciar aí sim, a construção dos regulamentos, que em muitos casos são determinados por um conhecimento muito redutor da realidade”, sustentou.

Clicar na foto e use ← →


LUS4527
LUS4530
LUS4526
LUS3259
LUS3244
LUS3243
LUS3245
LUS3247
LUS3237
LUS3258


Luso.eu - Jornal das comunidades
Redacção
Author: RedacçãoEmail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Para ver mais textos, por favor clique no nome do autor
Lista dos seus últimos textos

Adicione o seu comentário aqui!

luso.eu Jornal Comunidades

Não perca as promoções e novidades que reservamos para nossos fiéis assinantes.
O seu endereço de email é apenas utilizado para lhe enviar a nossa newsletter e informações sobre as nossas actividades. Você pode usar o link de cancelamento integrado em cada um de nossos e-mails a qualquer momento.

TEMOS NO SITE

Temos 465  pessoas que estão a ver esta página no momento, e 0 membros em linha

A SUA PUBLICIDADE AQUI?