segunda-feira, 26 setembro 2022

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Crise/Energia: Von der Leyen admite tetos máximos para preços do gás na UE “se necessário”





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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, admitiu hoje a fixação de tetos máximos para preços do gás, “se necessário”, na União Europeia (UE), defendendo ainda compras comuns europeias e regras mais estritas para o armazenamento.

No dia em que os chefes de Governo e de Estado da UE se reúnem em Bruxelas para, no segundo dia de cimeira europeia, debaterem a crise energética exacerbada pela guerra da Ucrânia dada a dependência europeia dos combustíveis fôsseis da Rússia, Ursula von der Leyen reconhece os atuais preços “elevados e voláteis do gás”.

“É por isso que propomos a aquisição comum de gás e regras mais estritas para o armazenamento”, vinca a responsável, numa publicação na rede social Twitter, enquanto está reunida com os líderes dos 27.

“Se necessário, podemos considerar a fixação de preços máximos” do gás, admite Ursula von der Leyen, como solicitado por alguns Estados-membros.

Além disso, “utilizaremos instalações de armazenamento em alguns Estados-membros, para benefício de todos”, já que só 18 dos 27 têm estas infraestruturas, adianta, defendendo ainda aposta no gás natural liquefeito (GNL), cujo consumo na UE só corresponde a 16% do mercado global, contra uma percentagem de 75% de consumo de gás do mercado global de gasodutos.

Na passada quarta-feira, a Comissão Europeia propôs uma obrigação mínima de 80% de armazenamento de gás na UE para o próximo inverno, até início de novembro, para garantir fornecimento energético, percentagem que deverá chegar aos 90% nos anos seguintes.

O executivo comunitário defendeu ainda que parcerias da UE com países terceiros podem fazer baixar os preços energéticos, estando disponível para avaliar aquisições comuns europeias de gás antes do próximo inverno, como aconteceu com vacinas anticovid-19.

Já hoje, os Estados Unidos comprometeram-se a fornecer à UE mais 15 mil milhões de metros cúbicos de GNL, anunciou o Presidente norte-americano, Joe Biden, em Bruxelas.

Os 15 mil milhões de metros cúbicos de GNL suplementares serão fornecidos ainda este ano, comprometendo-se Biden a aumentar o fornecimento dos EUA “para 50 mil milhões de metros cúbicos de gás anualmente até 2030”, à medida que a dependência da UE da energia russa for sendo reduzida.

Também hoje, a Comissão Europeia anunciou que vai avançar, em maio, com uma proposta para reforma do mercado grossista da eletricidade da UE, cujos preços são determinado pelos do gás, visando “baixar preços e garantir segurança energética”.

Em média, na UE, os combustíveis fósseis (como gás e petróleo) têm um peso de 35%, contra 39% das energias renováveis, mas isso não acontece em todos os Estados-membros, dadas as diferenças importantes entre o cabaz energético dos 27 Estados-membros.

A discussão surge numa altura de aceso confronto armado na Ucrânia provocado pela invasão russa, tensões geopolíticas essas que têm vindo a afetar o mercado energético europeu, já que a UE importa 90% do gás que consome, sendo a Rússia responsável por cerca de 45% dessas importações, em níveis variáveis entre os Estados-membros.

A Rússia é também responsável por cerca de 25% das importações de petróleo e 45% das importações de carvão da UE.

Os chefes de Estado e de Governo da União Europeia concluem hoje um Conselho Europeu de dois dias em Bruxelas com uma discussão que se antecipa difícil sobre política energética e como fazer face ao aumento brutal de preços.

Luso.eu - Jornal das comunidades
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