Embaixada de Portugal em Berlim lamenta “inconvenientes” e repete informações já disponibilizadas

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(Lusa) – A embaixada de Portugal em Berlim lamentou hoje “quaisquer inconvenientes com que alguns eleitores se tenham confrontado” nas eleições legislativas, depois da agência Lusa ter revelado, no domingo, dezenas de queixas de emigrantes que não conseguiram votar.

Dezenas de portugueses a residir na Alemanha queixaram-se, através da rede social Facebook, de não terem recibo o boletim de voto por correio para poder votar, outros apontam a devolução das cartas ou a falta de informação dada pelo consulado ou pela embaixada de Portugal em Berlim.

Em resposta, a embaixada de Portugal em Berlim recordou que, “ao longo dos meses” tem vindo a partilhar diversas informações, nomeadamente sobre o recenseamento eleitoral, tanto “na página de Facebook, como nos boletins informativos da embaixada bem como no ‘site’ da embaixada”.

“Os cidadãos portugueses residentes no estrangeiro podiam exercer o seu direito de voto nas legislativas de domingo por via postal, a não ser que, até ao passado dia 06 de agosto, tivessem optado expressamente pelo voto presencial junto do posto consular da sua área de residência”, revela a embaixada numa nota na página oficial.

Maria Vasconcelos foi uma das portuguesas que manifestou descontentamento no canal “Portugueses e Portuguesas em Berlim” na rede social Facebook, lamentando ter encontrado as portas do consulado fechadas em dia de votação para as eleições legislativas.

“Este é o consulado que hoje está fechado e onde não se encontra absolutamente ninguém para dar uma justificação àqueles que ali se deslocaram para votar, porque também não estavam a par do voto por correspondência. Este é o consulado onde me recenseei quando cheguei à Alemanha e me perguntaram o que ali estava a fazer porque ali não davam nada a ninguém e com um sorriso respondi: ‘Venho-me recensear porque quero garantir o meu direito de voto’”, lê-se na rede social.

A embaixada de Portugal esclareceu que “alguns eleitores das áreas consulares dos consulados-gerais de Hamburgo e de Estugarda de facto manifestaram preferência pelo voto presencial.”

Por isso, continuou a nota, “nos dias 05 e 06 de outubro esses consulados-gerais estiveram abertos e com mesas de voto a funcionar. A embaixada de Portugal em Berlim não recebeu qualquer manifestação de preferência pelo voto presencial, não tendo, por isso, aberto mesa de voto”.

Sobre a falta de boletins de voto nos dias de votação antecipada, relativos aos eleitores do distrito de Lisboa, entre os dias 24 e 26 de setembro, destinado aos eleitores que se encontram na Alemanha por um período passageiro, a embaixada de Portugal em Berlim reconhece as falhas, lamentando a situação.

“Quanto a esta última modalidade, de facto constatou-se nesta embaixada, e nalgumas outras representações diplomáticas, uma escassez de boletins de voto relativos aos eleitores do distrito de Lisboa, situação que lamentamos e que já transmitimos aos competentes serviços da administração central”, lê-se no documento oficial, publicado pela embaixada de Portugal na Alemanha.


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