Ouro, Prata e Silva de Miguel Szymanski

ID:N°/ Artigo: 3409

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Um milionário desaparecido. Uma mulher sem futuro. Uma investigação de Marcelo Silva.

Nas livrarias, para folhear e comprar 'à antiga', a partir de 6 de Março.

Para levar comigo e pelo menos uma hora de conversa + um livro com dedicatória: 20 de Março 18:30h, na Ler Devagar (LX Factory, Lisboa).

"Um livro tem de ser um machado para o mar gelado dentro de nós." FK


SINOPSE

Marcelo Silva é um jornalista nomeado, por uma série de acasos ou razões obscuras, para dirigir uma nova brigada anticrime em Lisboa.

Durante os primeiros dez dias no seu novo cargo, percorre as ruas duma cidade entregue aos turistas e imerge no submundo das tramas políticas na tentativa de encontrar um milionário desaparecido e de desmascarar os crimes de uma elite financeira e política que deixaram o país à beira da ruína.

Fiel a si próprio, entre meninas de boas famílias e políticos corruptos, milionários poderosos e redes de prostituição, entre Lisboa e Berlim, Marcelo Silva leva-nos num trajecto para além das aparências, para trás da fachada da capital portuguesa, onde tudo acontece e os «brandos costumes» só se mantêm como mito urbano das classes médias.

Marcelo Silva é um romântico que tenta sobreviver num mundo de cínicos. E como o que está em causa é, nada mais, nada menos, do que o sistema político e financeiro na capital portuguesa, «sobreviver» é para ser entendido literalmente. Cabelo desgrenhado, excesso de peso e uma carreira errante com direito a quinze minutos de fama. Se fosse pobre, seria visto como um louco, mas, porque é rico, todos o consideram um excêntrico. Um pouco idealista, mas inofensivo. Não podiam estar mais errados.


BIOGRAFIA 

Miguel Szymanski nasceu em Faro em 1966. Estudou Economia, Direito e Literaturas Modernas. Escritor e jornalista, trabalha na Alemanha e em Portugal, é comentador da RTP e participa no programa Mundo sem Muros da RTP Internacional.
Começou a trabalhar no Goethe-Institut no início dos anos 90. Iniciou-se no jornalismo na imprensa económica. Em Portugal, trabalhou para a Grande Reportagem, O Independente e o Expresso. Foi editor da revista GQ e cronista do Diário de Notícias. Durante a crise, regressou à Alemanha, publicou as suas crónicas no diário Die Tageszeitung de Berlim e foi redator da revista Öko-Test em Frankfurt.
É hoje correspondente do semanário Der Freitag e do jornal Portugal Post e comenta também o que se passa em Portugal para várias televisões e rádios na Alemanha e na Áustria.
Em Portugal, publicou o seu primeiro livro, O Economista Acidental, em 2010. Na Alemanha, escreveu Ende der Fiesta [Fim da Festa] em 2014.


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