Venezuela: Sobe para 11 os comércios de portugueses afetados por incêndio em mercado de Caracas





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(Lusa) – Os dados provisórios dão conta que o incêndio que no domingo destruiu 268 lugares de um mercado em Caracas, causou danos em 11 espaços comerciais de portugueses, três deles registando perda total, avançou à Lusa fonte consular.

“Uma equipa do consulado esteve hoje no sítio, fazendo o acompanhamento da situação. Foram 11 negócios afetados, oito deles parcialmente e três ficaram totalmente destruídos”, disse à Lusa o cônsul-geral de Portugal em Caracas.

Licínio Bingre do Amaral explicou que se trata de “pequenos espaços comerciais” do Mercado de Los Corotos, onde eram vendidas bebidas, roupas e calçado para homem, acessórios eletrónicos, roupa de cama, papelaria e bolos (doces).

“O consulado [de Portugal em Caracas] está a fazer o acompanhamento da situação e está à disposição das pessoas. Ainda não foi feito nenhum pedido [de ajuda]”, frisou o cônsul, precisando que alguns portugueses ainda não conseguiram aceder ao sítio para avaliar os danos causados pelas chamas.

Segundo as autoridades venezuelanas, um incêndio num conhecido centro comercial de Caracas destruiu, domingo, 268 espaços comerciais, alguns deles de portugueses.

O incêndio, que causou apenas danos materiais, ocorreu no Centro Comercial Galerias Quinta Crespo (centro de Caracas) e destruiu toda a área onde funcionava o Mercado de Los Corotos, um conhecido lugar de venda de produtos para o lar, de segunda mão, e de vestuário.

As autoridades estão a investigar as causas do incêndio para determinar qual a origem.

Segundo residentes nas proximidades do centro comercial destruído pelo fogo, pelo menos três portugueses perderam todos os produtos que tinham para vender.

Residentes no setor e alguns afetados chamaram a atenção para o facto de que o Mercado de Los Corotos ficar nas proximidades do popular Mercado Municipal de Quinta Crespo, que tem uma dimensão maior.

O incêndio, insistiram, não afetou o Mercado Municipal de Quinta Crespo, que está a funcionar normalmente, e onde dezenas de portugueses comercializam hortaliças, verduras, frutas, carne e peixe, que vão parar à mesa dos caraquenhos.

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