sexta-feira, 19 agosto 2022

Férias em Portugal

Ago. 19, 2022 Hits:20 Opinião

(ENGIE)nharia jurídica

Ago. 13, 2022 Hits:69 Opinião

O REI DOS CATALISADORES (…

Ago. 09, 2022 Hits:141 Opinião

A IGREJA QUE NÃO ACREDIT…

Ago. 08, 2022 Hits:433 Opinião

Consequências do Dever

Ago. 08, 2022 Hits:161 Crónicas

A Sombra e as Árvores

Ago. 07, 2022 Hits:296 Crónicas

Pai rico, Pai pobre

Ago. 04, 2022 Hits:248 Crónicas

DA LEITURA

Ago. 02, 2022 Hits:105 Crónicas

Enquanto o pau vai e vem

Jul. 31, 2022 Hits:110 Crónicas

Fernando Medina assinala Dia da Mulher com alerta contra crime de violência doméstica





A sua generosidade permite a publicação diária de notícias, artigos de opinião, crónicas e informação do interesse das comunidades portuguesas.


(Lusa) – O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, assinalou hoje o Dia Internacional da Mulher com um alerta contra o crime de violência doméstica, considerando que é uma das formas “mais extremas” da diferença que atinge as mulheres.

Numa visita às instalações da Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) em Lisboa, Fernando Medina (PS) destacou o trabalho da instituição no combate aos diferentes crimes de violência, desenvolvido ao longo de 31 anos, deixando “uma palavra de agradecimento e de reconhecimento” à equipa de profissionais e voluntários.

“Quis fazê-lo, especificamente, neste dia porque se a APAV se dedica hoje a um vasto conjunto de vítimas, num muito alargado conjunto de violações de direitos fundamentais na nossa sociedade, há um que infelizmente se continua a destacar, que é o da violência doméstica e, na violência doméstica, é inequívoco que há vítimas primeiras à cabeça: mulheres”, declarou o presidente da Câmara de Lisboa.

Associando a visita ao Dia Internacional da Mulher, Fernando Medina disse que o município de Lisboa tem desenvolvido vários instrumentos de apoio às vítimas de violência doméstica, inclusive a disponibilização de casas de abrigo, realçando a parceria com a APAV, que tem sido “um parceiro absolutamente fundamental”.

“Em plena pandemia, quando tanta coisa fechou, parou, suspendeu, a APAV continuou a fazer o seu trabalho”, salientou o autarca.

Mantendo o compromisso do município com o trabalho da APAV, o presidente da Câmara de Lisboa aproveitou para reforçar o “alerta coletivo” contra o crime de violência doméstica, classificando-o como “uma das formas mais extremas e aberrantes da diferença que atinge as mulheres”.

“E são tantas as diferenças e as discriminações que existem” contra as mulheres, enfatizou Fernando Medina, referindo que a violência doméstica “é, talvez, a área mais extrema”, porque acontece no lar, “tantas vezes no silêncio, tantas vezes oculta”.

Apesar de se registarem avanços no combate à violência doméstica em Portugal, inclusive passou a ser crime público, o problema “continua a ser uma realidade, uma realidade que atinge sobretudo as mulheres”, reforçou o autarca, defendendo que o trabalho da APAV “é da maior importância”.

Segundo dados do projeto “Violência contra as Mulheres e Violência Doméstica em Tempos de Pandemia”, promovido pela APAV e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), relativos ao período entre 22 de março e 03 de maio de 2020 e de âmbito nacional, a instituição recebeu 683 denúncias de casos de violência durante o primeiro confinamento devido à pandemia de covid-19, em que 83% das vítimas são mulheres no contexto das relações de intimidade, em que a forma de violência mais marcante é a conjugação de violência psicológica com violência física.

Cristina Soeiro, vice-presidente da APAV, explicou que ainda não é possível concluir se houve um aumento de casos de violência durante o período de confinamento, adiantando que o projeto termina em maio deste ano, altura em que serão revelados os resultados finais.

Após a apresentação dos dados iniciais do projeto, com a participação do presidente da APAV, João Lázaro, o presidente da Câmara de Lisboa referiu que os números convocam toda a sociedade, reiterando o alerta contra o crime de violência doméstica.

“Estamos muito longe de poder dar por finda esta batalha e este compromisso com algo que atenta àquilo que é mais fundamental, que é o direito à segurança, a uma vida digna, em especial dentro do seu próprio lar”, apontou Fernando Medina.

Durante a visita, a vereadora do Desenvolvimento Local e da Habitação da Câmara de Lisboa, Paula Marques, indicou que foram recebidos “mais pedidos de socorro” no contexto da pandemia de covid-19, adiantando que o município dispõe de 58 casas de autonomização de pessoas em situação de violência doméstica, que são geridas por várias organizações, para separar a vítima ou as vítimas do agressor.

Registando “um acréscimo de procura” de casas de autonomização, Paula Marques assegurou que “não há listas de espera” e que as habitações são utilizadas à medida que vão sendo necessárias por parte das várias organizações, garantindo que a Câmara de Lisboa “está obviamente disponível” para reforçar a capacidade, inclusive este mês vão ser disponibilizadas mais duas casas de autonomização de vítimas de violência doméstica, através de uma nova parceria com mais uma organização.

Luso.eu - Jornal das comunidades
Redacção
Author: RedacçãoEmail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Para ver mais textos, por favor clique no nome do autor
Lista dos seus últimos textos

Adicione o seu comentário aqui!

luso.eu Jornal Comunidades

Não perca as promoções e novidades que reservamos para nossos fiéis assinantes.
O seu endereço de email é apenas utilizado para lhe enviar a nossa newsletter e informações sobre as nossas actividades. Você pode usar o link de cancelamento integrado em cada um de nossos e-mails a qualquer momento.

TEMOS NO SITE

Temos 893 visitantes e 0 membros em linha

A SUA PUBLICIDADE AQUI?

EVENTOS ESTE MÊS

Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31