PSP garante segurança em locais críticos e estratégicos durante greve dos motoristas

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(Lusa) – A PSP vai assegurar a segurança a infraestruturas críticas e setores estratégicos, como bombas de gasolina, hipermercados, aeroportos e centrais elétricas, durante a greve de motoristas de mercadorias pesados, avançou hoje à Lusa aquela força de segurança.

A segurança a infraestruturas críticas e a setores estratégicos nacionais é uma das medidas que a Polícia de Segurança Pública vai adotar no âmbito da greve dos motoristas a partir de 12 de agosto.

A PSP vai também fazer escoltas de segurança a colunas de veículos automóveis pesados de mercadorias no quadro dos serviços mínimos ou de meios alternativos com os meios adequados, nomeadamente através do Corpo de Intervenção.

Aquela força de segurança indica que vão ser disponibilizados polícias habilitados para conduzir veículos pesados de mercadorias, de acordo com o coordenado com a tutela e os restantes atores envolvidos no processo.

Segundo aquela polícia, a viatura cisterna da PSP (veículo de logística operacional) vai ser utilizada como apoio e reserva ao abastecimento de combustível para veículos da PSP e para apoio à comunidade em caso de necessidade.

A PSP vai igualmente garantir a segurança junto de piquetes de greve e a gestão do trânsito nos principais eixos rodoviários da sua área de responsabilidade.

Para esta missão durante a greve dos motoristas, a PSP vai mobilizar todas as suas valências dos comandos territoriais, nomeadamente Equipas de Intervenção Permanente, Equipas de Prevenção e Reação Imediata, carros patrulha e de investigação criminal, e da Unidade Especial de Polícia, como o Corpo de Intervenção, Grupo Operacional Cinotécnico, Grupo de Operações Especiais, Centro de Inativação de Explosivos e Segurança em Subsolo.

O pré-aviso de greve do Sindicato Independente de Motoristas de Mercadorias (SIMM) e do Sindicato Nacional dos Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) propõe serviços mínimos de 25% em todo o território nacional.

No entanto, estes sindicatos e a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) não chegaram a acordo para serviços mínimos.


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