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Foto: Pedro Rupio

A situação da rede consular na Bélgica tem vindo a degradar-se radicalmente nos últimos anos. Verificando-se a ausência de medidas de fundo que visem resolver as diversas lacunas expostas às autoridades competentes em várias ocasiões, a Comunidade manifestou o seu descontentamento através de um abaixo-assinado que exige a resolução imediata dos pontos seguintes:


Restabelecimento do sistema de atendimento direto
Restabelecimento de 5 funcionários no atendimento ao público em Bruxelas
Pleno funcionamento dos Consulados honorários de Antuérpia e Liège

Num curto espaço de tempo, os portugueseses de Antuérpia, Bruxelas, Gent, Herenthout, Liège, Poulseur, Sint-Genesius-Rode, Sprimont, Tubize e Waterschei mobilizaram-se exemplarmente recolhendo 2.105 assinaturas para um abaixo-assinado que foi entregue hoje ao Sr. Embaixador de Portugal na Bélgica.

A secção consular em Bruxelas conta hoje com apenas três funcionários no atendimento ao público. Há um ano e meio, eram cinco os funcionários que atendiam uma comunidade composta por cerca de 73.000 portugueses. Além disso o Consulado honorário de Antuérpia fechou em 2012 e o Consulado honorário de Liège deverá seguir o mesmo caminho proximamente.

Enquanto não houver um número adequado de funcionários no atendimento ao público, o telefone continuará a tocar sem ser atendido e a demora na resposta aos mails será cada vez mais longa.

As Comunidades Portuguesas em geral, e a Comunidade Portuguesa da Bélgica em particular, são um grande motor da economia nacional, não só através das remessas mas também na exportação de produtos e serviços portugueses ou nos investimentos feitos em Portugal pelos “investidores da Diáspora”, só para citar estes exemplos.
Por essa razão, mas também porque somos portugueses, não compreendemos porque o Estado insiste em estar de costas voltadas para os portugueses residentes no estrangeiro.

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