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Rui Rio – 0 Paulo Colaço - 2





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Dia 17, 18 e 19 de Dezembro 2021 decorreu, em Santa Maria da Feira, o 39º Congresso Nacional do PSD.  Há 16 anos que não ia, oficialmente, a um congresso do PSD. Uns dias antes do congresso recebo uma chamada do Paulo Colaço que me diz: “meu amigo, sou de novo candidato a Presidente do Conselho de Jurisdição Nacional (CJN), preciso de ti no Congresso, tens de vir ajudar-me”. Pensei, e agora o que faço, afastado dessas lides há anos, como o poderei ajudar? Mas quando um amigo precisa de nós, só há uma resposta a dar: Presente. E, assim, sem pensar mais no assunto, tratei de todas as burocracias e meti-me a caminho de Santa Maria da Feira.

Este seria, inevitavelmente, um congresso sem história, Rui Rio tinha ganho as eleições directas a Paulo Rangel, o Congresso decorreria num clima de apaziguamento, uma vez que estávamos a um mês e pouco das legislativas e o partido tinha de estar unido para esse embate. Era perceptível que apareceria, e bem, uma ou outra voz discordante, mas nada de mais. Aliás, se assim não fosse, nem seria um Congresso do PSD. Confesso que o pior que pode acontecer a um partido, e acontece com demasiada frequência, é entrar em negação, ou seja, transformar-se em partido de unanimidade geral, sem massa crítica. Quando isso acontece, o partido embrutece e o disparate floresce.

Isto seria o que qualquer analista pensaria. Mas com Rui Rio tudo pode acontecer, tudo está em devir. Rui Rio só está bem em estado de permanente guerra interna. Precisa de um inimigo interno para sobreviver. E foi assim que, aquilo que poderia ser um congresso pacífico, Rio, e os seus afluentes, o transformaram num ataque cerrado e errado ao Conselho de Jurisdição Nacional e ao seu Presidente, Paulo Colaço.  Rio jogou as fichas todas, colocou ao ataque, toda a sua artilharia: líder parlamentar, Secretário Geral, Presidente Câmara de Aveiro e ele próprio. Todos a bater no CJN e no seu presidente. Deturparam factos, chegaram a ser indelicados, fizeram tudo e mais um par de botas para derrotar o Paulo Colaço. Ao contrário deles, o Paulo Colaço, soube sempre estar com elevação, não responder às provocações, não descer ao seu nível, manteve-se, como sempre, íntegro… Mas qual o pecado do Presidente do CJN para merecer tal ataque?  Este ataque, devidamente planeado, não foi contra o militante Paulo Colaço, mas sim contra a independência irreverente dos membros do CJN, que entendem, e bem, fazer o seu caminho, sem pedir licença a ninguém, obedecendo apenas, e só, à lei e à sua consciência.  Atacou-se o Presidente do CJN pelo atrevimento da sua rectidão moral e ética e pela sua independência de pensamento e acção.

No domingo, após exercer o meu direito de voto, tive de partir. Que maravilha foi, durante a viagem, ouvir na telefonia que o Paulo Colaço tinha sido reeleito Presidente do CJN do PSD e, com ele, mais 4 eminentes militantes. Valeu a pena voltar 16 anos depois. Valeu a pena desafiar os poderes instituídos e lutar por um CJN independente, que trate todos os militantes por igual. Vale sempre a pena quando nos batemos por causas, por valores, quando somos íntegros, quando somos nós próprios. Os delegados do PSD souberam reconhecer isso.  Terminado o Congresso, o PSD poderá contar com todos nós para a batalha que se avizinha. Como sempre, estamos de corpo e alma com o PSD, por Portugal. Não temos uma visão tacanha da política. Agora, o importante é dar novos horizontes a Portugal.

Desejos de um excelente ano de 2022.

Fernando Vaz das Neves

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Author: Fernando Vaz Das NevesEmail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
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