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quinta-feira, 13 maio 2021

PONTE DE LIMA RECORDA GASTRÓNOMO CONDE DE AURORA



Ponte de Lima vai homenagear na próxima quinta – feira, 29 do corrente, o escritor e gastrónomo José António de Sá Coutinho (Conde d´Aurora) pseudónimo com o qual publicou dezenas de livros, folhetos e artigos em revistas e jornais deste país ao longo de quase cinquenta anos de vida literária.

Trata-se de uma evocação por parte da família em parceria com o Clube de Gastronomia de Ponte de Lima, por ocasião do 125º aniversário do seu nascimento (29 de Abril de 1896), em acto público junto da sua estátua situada no Largo de S. João.

O programa inicia-se pelas 14,30 h com uma concentração na confeitaria Havaneza, local frequentado pelo Conde de Aurora e elogiada pelo seu Pão de Ló e os “… colossais (de sabor e tamanho!) rebuçados da Semana Santa “, como registou em 1965 no seu livro Caminho Português para Santiago de Compostela, a págs 127.

Nessa mesma página e obra do já então reformado Juiz do Tribunal do Trabalho no Porto, salienta “… a mais refinada cozinha da Clara Penha, no Pinheiro, (hoje do “Genro – do – Luís – da Clara”); ou do Gaio, ao Chafariz; ou no Passeio, o Encanado, o Catrina e o Chico – Bota – a – Linha; a Zefa do Rei, á Feira do Gado; a Petiscas (…) o Bolas ou o Tesido, Dentro da Vila; e até o Gasparinho, no Arrabalde … Eram famosos os bolos de Trás da Matriz [Vilar], mas hoje só por encomenda “.

Recuando meia dúzia de anos, outra evocação gastronómica do Conde de Aurora, aquando da terceira edição do Roteiro da Ribeira Lima (1959), a págs 44 e 45: o Restaurante “Margarida da Praça, em Viana do Castelo, onde se comia o melhor bacalhau do mundo (…) e na sofisticada Zefa Carqueja, ou em qualquer de “As do Freitas” primitiva e dissidência, no “Facho”, no “Rio Lima “. E, para regar todos esses pitéus, também roteiro de vinhos sugeridos pelo titular “ (…) bom vinho verde … em Monção, esse branco de Moreira ou de Beiral, esse tinto de Refojos, de Padreiro, de Geraz “, para já não falar no Sarrabulho descripto no romance O Pinto, lançado em 1935, e outros relatos de saberes e sabores da cozinha minhota, da Ribeira Lima …

Com panegíricos iniciais da neta do homenageado, a escritora Rosário Sá Coutinho, e do autor, em nome do Clube de Gastronomia, o programa prosseguirá com a foto de família, e pelas 18,30 h uma missa na Igreja Matriz.

Mas, a cerimónia, para a qual a organização relembra o uso de máscara e distanciamento social, terá a presença de vários apreciadores da sua obra, bibliófilos e chefs de cozinha, residentes em Lisboa, Porto, Braga, Viana do Castelo, Arcos de Valdevez, Ourense, Bruxelas e Londres.

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Tito Morais
Author: Tito Morais
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