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Obrigado alfarrabista do meu país





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Ao longo das últimas décadas todos nós temos beneficiado de um conjunto de desenvolvimentos tecnológicos que têm feito com que hoje em dia tenhamos uma vida melhor do que aquela que tiveram os nossos pais e avós. Um desses desenvolvimentos que contribuiu para a melhoria da qualidade de vida foi, sem dúvida, o aparecimento e o desenvolvimento da internet. Hoje em dia, a partir de um qualquer dispositivo com acesso à internet podemos fazer um conjunto de actividades (compras, marcação férias, aluguer de automóveis, consultas médicas, acesso a redes sociais, possibilidade de fazermos chamadas telefónicas para qualquer parte do mundo sem custos, etc) que, anteriormente, eram impensáveis.  Ninguém poderá, julgo eu, questionar esta melhoria das condições de vida que hoje temos.

Mas o aparecimento e desenvolvimento da internet também exigiu da parte de entidades, empresas, associações, ou seja, de todos nós, uma adaptação, nem sempre fácil, muitas vezes por falta de recursos financeiros e humanos, a essa nova realidade.  Esta nova realidade também coloca desafios, cada vez mais exigentes, como por exemplo a segurança dos pagamentos e dos dados pessoais das pessoas.  No meio desta turbulência adaptativa foi com muito agrado que vi os alfarrabistas portugueses aderirem a estas novas tecnologias oferecendo diariamente as suas propostas de venda nas redes sociais, a funcionar na perfeição, sem nada a reclamar. Este salto evolutivo dos alfarrabistas comporta duas vantagens. Uma primeira, para eles, o aumento de vendas, e outra para nós, que passámos a ter acesso a um conjunto de publicações inexistentes na actualidade, e a clássicos de outros tempos. Perante esta situação apenas me resta dar os parabéns a todos os alfarrabistas que aderiram a esta nova era do comércio. A mim, particularmente, tem me dado um gozo tremendo esta possibilidade de acesso a livros inexistentes. Especialmente tenho-me deliciado a comprar vários deles, muitos deles da extrema esquerda, ou da esquerda radical, como lhe queiram chamar. Ler esses escritos é uma comédia, um rir sem mais parar. Não nos esqueçamos que rir é uma excelente terapia. Confesso que tinham e têm uma mente prodigiosa para escrever tais comédias. Mas o pior é se realmente eles acreditam no que escrevem. Vejamos então, singelas linhas dessa comédia que fui descobrir em escritos de 1974, mas que ainda hoje o Partido Comunista Português (PCP) defende o mesmo. “Em qualquer país capitalista existe fome no meio da abundância, pobreza no meio da riqueza”. Todos nós lamentamos que exista fome e pobreza. O problema é que nos países comunistas a regra é a existência de fome na mendicidade e de pobreza na penúria. Nestes países apenas existe fome e pobreza. Tal facto é facilmente comprovado. Bastará, tão só, olhar, por exemplo, para a realidade da Venezuela e da Coreia do Norte.

Mas a peça de comédia continua, escrevem eles: “A maior fonte de desperdício e dissipação de bens do capitalismo é a guerra.  Como a economia capitalista funciona com muita dificuldade em situações de paz, os capitalistas conseguem revitalizar a actividade económica recorrendo ao armamento e à guerra”. Por lapso, certamente, queriam referir-se à economia e aos países comunistas. Bastará para tal, olharmos para a história da Antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e para a actualidade com a ofensiva militar russa contra o povo da Ucrânia. Só tenho a agradecer aos alfarrabistas e Portugal, pela possibilidade que me estão a dar de ler tais comédias, e acho que muito terei para escrever sobre elas. Só me custa a acreditar, como é possível, hoje em dia, ainda haver quem defenda tais coisas.

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Fernando Vaz Das Neves
Author: Fernando Vaz Das NevesEmail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
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