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A culpa não é da Covid





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E se não tivesse havido Covid? Alguma coisa lhe leva a acreditar que estaria necessariamente melhor? Pois é! Este maldito vírus, que tem transformado as nossas vidas em algo diferente do que estávamos habituados, tem se transformado num “bode expiatório” para todos os nossos males. Até parece que antes da Covid o ser humano nunca tinha passado por dificuldade alguma.

Por abril de 2020, dizia-se que iria transformar a humanidade para melhor e que todos se tornariam boas pessoas. Erro crasso. Quem era má pessoa ficou ainda pior pois agora tem razões para ser ainda mais egoísta já que não está fácil para quase ninguém e tentam-se salvar como podem. Por outro lado, quem já era boa pessoa, e embora não o demonstrasse tantas vezes, tinha agora uma oportunidade de estar mais “visível” já que estávamos todos mais sensíveis a todo e qualquer ato de altruísmo.

Cuidar do próximo sempre foi necessário à nossa sobrevivência. Tanto assim é que há milhares de anos começámos a viver em grupos para podermos caçar, cuidar da família e contribuir para a comunidade. Esta pandemia fez-nos reviver a necessidade de algumas pessoas que considerávamos adquiridas: funcionários do supermercado, os homens do lixo, funcionários da empresa de eletricidade, entre tantas outras pessoas com profissões em que se arriscaram para garantir que poderíamos ficar em casa em segurança. A estes endereço o meu OBRIGADO. 

Esta segurança possibilitada pela quarentena colocou em risco as balanças económicas. Não sou, de todo, especialista nesta matéria, mas parece-me que as crises financeiras sempre existiram. Nasci em 1990 e desde então já ouvi falar de umas três ou quatro crises. Entrei na universidade num panorama dantesco em que nada valia a pena estudar pois não teria saída. Faço parte da denominada “geração à rasca” e o país entretanto melhorou e voltou a piorar. E nessas alturas não havia uma “covid” para servir como desculpa. Até os cientistas ganharam mais autoridade do que os padres, veja lá o desespero desta malta. Os próprios desastres naturais que acontecem sem aviso – teoricamente com culpa nossa devido à forma irracional como tratamos o nosso planeta – são exemplos de que o mal sempre esteve, está e estará à espreita.

Tenho todo o respeito e solidariedade por todos aqueles que passam dificuldades devido a esta pandemia. Porém, há que se reinventar e ser resiliente indo à luta para procurar ou criar novas oportunidades. Uma breve pesquisa na internet poderá dar algumas ideias. Há indivíduos fantásticos a criar o seu espaço no mundo, geralmente, depois de tempos muito difíceis. Muitos falham, é certo, mas se muitos conseguem então não é impossível e pode valer a pena tentar a sorte.

Se não fosse a Covid, seria outra coisa qualquer que os media tivessem interesse em lançar. Afinal, também eles precisam de liquidez para pagar salários. Além disso, há sempre uns parasitas que querem ir de férias em jatos privados comer lagosta com o capital que sugam através de favores, interesses e especulação. Por mais injusto que seja é o que temos e já agora convém saber viver com isso.

Portanto, sejamos equilibrados! Não é preciso viver uma vida de luxos desmedidos e sonhos ilusórios. Também não é necessário ficar com medo cada vez que uma borboleta bate as asas do outro lado do planeta. Calma, “vai resolver-se” com racionalidade, empenho e claro, alguma sorte. Se não se resolver, a culpa não é da Covid nem do Deus que você tanto ama. É que as coisas acontecem mesmo sem razão e temos que sobreviver na mesma, não é verdade?

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Afonso Franco
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