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Para Si, Em Especial





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Por um instante, sentei-me ao lado da minha vida.

Vi anos e anos a correrem céleres, sem abrandamento, com os últimos a passarem num ápice.

Vi alegrias, tristezas, vitórias, frustrações, nascimentos, mortes, doenças, curas e muitas emoções. 

Vi lutas por vidas melhores, sacrifícios, muito trabalho e algumas conquistas.

Olhando, pensei em amigos, em conhecidos e em familiares, que abandonaram o seu rame-rame e o seu espaço de conforto, para partirem para novas paragens, desconhecidas em tudo, incluindo por vezes na língua falada, na procura de melhor vida para eles e para os seus familiares próximos, trocando uma vida difícil e sem futuro próspero, por outra em nada mais fácil, mas com perspectivas de sucesso material.

Na nova vida, tudo fazia falta. A língua mãe, a mulher, o marido, os filhos, os pais, os amigos e as refeições de que nunca, até então, se tinham apercebido que adoravam.

Na nova vida, e ao fim de pouco tempo, toda a notícia que viesse da "terra amada" era absorvida com sofreguidão.

Lembrei-me dos meus amigos Zé Tó e Victor, irmãos, que foram para Haia, e nunca mais vi, a quem mais tarde se juntaram outro irmão e a mãe.

Lembrei-me de outros dois irmãos que foram para Oslo e de quem nunca mais ouvi falar. De primos que foram e voltaram anos depois, sem que tivessem cumprido os seus intentos, e de muitos conhecidos e amigos que singraram nas novas vidas, um pouco por todo o mundo, da Europa mais profunda às américas. 

De um modo geral todos nos vêm visitar no tempo de férias, e é uma alegria renovada enquanto por cá estão. 

Todos me vão dizendo que querem saber tudo das suas terras, por mais pequenas que sejam as notícias. Ou que se interessam por novas sobre as políticas de emigração. Ou ainda, que gostam de ler as opiniões do que outros portugueses escrevem e pensam. 

Por isso aceitei o desafio de escrever para eles, para todos vós que vivem e trabalham longe. 

Para si, em especial!

 

José Fernando Magalhães

Por decisão do autor, este artigo encontra-se escrito em Português, e não ao abrigo do «novo acordo ortográfico».

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José Fernando Magalhães
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