domingo, 27 novembro 2022

DEPOIS DO EUROMILHÕES

Nov. 27, 2022 Hits:73 Crónicas

PORTUGAL É RONALDO E RON…

Nov. 24, 2022 Hits:258 Opinião

Crónica triste para um d…

Nov. 20, 2022 Hits:136 Opinião

Em Ocasiões Especiais

Nov. 20, 2022 Hits:509 Crónicas

Os sonhos adiados

Nov. 19, 2022 Hits:204 Crónicas

IXELLES – UMA VILA DESO…

Nov. 15, 2022 Hits:219 Opinião

CRIANÇA PRESA NO PENICO

Nov. 13, 2022 Hits:458 Crónicas

Duas tardes em Coja

Nov. 13, 2022 Hits:788 Apontamentos

Esta vida de hipster

Nov. 08, 2022 Hits:125 Crónicas

Ladroagem Eleitoral

Nov. 06, 2022 Hits:333 Opinião

O “Auto Suicídio” de…

Nov. 04, 2022 Hits:336 Opinião

O Direito





A sua generosidade permite a publicação diária de notícias, artigos de opinião, crónicas e informação do interesse das comunidades portuguesas.


A força do Direito reside na observância habitual, sem conflitos, e com frequente utilização das normas que ele consagra, por parte da maioria dos cidadãos que a ele está subordinada, contrariamente ao que muitos possam pensar, e que segundo estes, veem no Direito uma consequência da violação e o respetivo castigo, embora também este aspeto possa, parcialmente, caracterizar o Direito, designadamente em tudo o que contribuir para a aplicação da justiça, para a ordem e tranquilidade dos cidadãos.

Cabe aos órgãos com atribuições jurisdicionais, a aplicação e vigilância das normas jurídicas, órgãos por vezes dotados de alto grau de especialização, relacionada com a investigação, fiscalização e coerção. Tais órgãos revestem-se de caráter policial e, nessa qualidade, nem sempre são bem aceites, compreendidos e obedecidos pela comunidade.

Não basta invocar que a Polícia, também ela, como corporação e, bem assim, os seus elementos, individualmente considerados, estão sujeitos à mesma Lei que obriga os cidadãos, para com esse argumento, não se lhe obedecer, ou desrespeitar a dignidade que lhe assiste, até porque, para muitos cidadãos, a organização e comportamento da polícia, poderá revestir-se de tão grande importância como a dos próprios Tribunais, e isto porque, de uma maneira geral, as pessoas entram muito mais rápida e diretamente em contato com os agentes policiais, do que com os funcionários e magistrados judiciais.

Qualquer que seja a especialização policial, isto é: seja de natureza científica; seja para manutenção da ordem pública; seja para defesa de valores culturais, éticos, religiosos; seja, ainda, para preservação do património natural ao nível da fauna e da flora, da conservação dos recursos cinegéticos, piscícolas e outros; seja, por fim, no campo da investigação criminal, da segurança interna dos cidadãos e seus haveres, o Direito sem o apoio das Autoridades, entre elas a policial e a judicial, seria, praticamente, ineficaz, violado com mais frequência, falível e desacreditado.

Luso.eu - Jornal das comunidades
Author: Diamantino BártoloEmail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Para ver mais textos, por favor clique no nome do autor
Lista dos seus últimos textos

Adicione o seu comentário aqui!

luso.eu Jornal Comunidades

Não perca as promoções e novidades que reservamos para nossos fiéis assinantes.
O seu endereço de email é apenas utilizado para lhe enviar a nossa newsletter e informações sobre as nossas actividades. Você pode usar o link de cancelamento integrado em cada um de nossos e-mails a qualquer momento.

TEMOS NO SITE

Temos 395  pessoas que estão a ver esta página no momento, e 0 membros em linha

A SUA PUBLICIDADE AQUI?

News Fotografia