segunda-feira, 28 novembro 2022

DEPOIS DO EUROMILHÕES

Nov. 27, 2022 Hits:287 Crónicas

PORTUGAL É RONALDO E RON…

Nov. 24, 2022 Hits:261 Opinião

Crónica triste para um d…

Nov. 20, 2022 Hits:139 Opinião

Em Ocasiões Especiais

Nov. 20, 2022 Hits:513 Crónicas

Os sonhos adiados

Nov. 19, 2022 Hits:206 Crónicas

IXELLES – UMA VILA DESO…

Nov. 15, 2022 Hits:251 Opinião

CRIANÇA PRESA NO PENICO

Nov. 13, 2022 Hits:463 Crónicas

Duas tardes em Coja

Nov. 13, 2022 Hits:796 Apontamentos

Esta vida de hipster

Nov. 08, 2022 Hits:127 Crónicas

Ladroagem Eleitoral

Nov. 06, 2022 Hits:337 Opinião

O “Auto Suicídio” de…

Nov. 04, 2022 Hits:342 Opinião

Ucrânia: Rússia condena envio de tropas dos EUA para a Europa de leste, NATO agradece





A sua generosidade permite a publicação diária de notícias, artigos de opinião, crónicas e informação do interesse das comunidades portuguesas.


A Rússia condenou hoje a decisão dos Estados Unidos de enviarem 3.000 soldados para os países aliados do leste da Europa, desenvolvimento que o chefe da NATO considerou um “poderoso sinal de compromisso” de Washington com a Aliança.

“São passos destrutivos, absolutamente injustificados, que reforçam a tensão militar e limitam o espaço para as decisões políticas”, considerou Alexandr Grushko, o vice-ministro russo dos Negócios Estrangeiros em declarações à agência noticiosa Interfax.

Grushko acrescentou que essa decisão apenas deverá ser bem recebida pelas autoridades ucranianas, pelo facto de “poderem continuar a sabotar sem qualquer custo os Acordos de Minsk”, numa alusão aos Acordos de Minsk II de 2015, concluídos em fevereiro de 2015 pelos chefes de Estado da Alemanha, França, Ucrânia e Rússia.

Kiev considera estes acordos mais favoráveis às pretensões dos separatistas pró-russos do leste do país, e da própria Rússia.

Previamente, o porta-voz do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, John Kirby, tinha anunciado em conferência de imprensa que vão ser deslocados 1.000 soldados norte-americanos para a Roménia, enquanto outros 2.000 serão deslocados para a Polónia e Alemanha.

“A situação atual exige que reforcemos a posição dissuasiva e defensiva no flanco leste da NATO”, justificou Kirby.

O Pentágono recordou que, para além destas forças, os EUA mantêm 8.500 soldados no seu território em “alerta elevado”, prontos a serem mobilizados.

Em Bruxelas, o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, também se congratulou com a decisão norte-americana e agradeceu a Washington o envio dos 3.000 militares para o leste europeu, referindo-se a um “poderoso sinal de compromisso” de Washington com a Aliança.

“Agradeço a decisão dos Estados Unidos de deslocar forças adicionais para a Alemanha, Polónia e Roménia, reforçando ainda mais a dissuasão e defesa coletivas da NATO. Este é um poderoso sinal de compromisso dos Estados Unidos”, disse em comunicado.

O diário Wall Street Journal informou que a decisão foi hoje aprovada pelo Presidente dos EUA, Joe Biden, e deverá ser oficializada pelo Pentágono nas próximas horas.

Na terça-feira, o Presidente russo Vladimir Putin avisou que a adesão da Ucrânia à NATO poderia impelir a liderança ucraniana a desencadear uma ação militar para exigir o controlo da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014, ou das áreas controladas pelos separatistas pró-russos no leste do país, um conflito que se prolonga há oito anos e que provocou cerca de 14.000 mortos e 1,5 milhões de deslocados.

“Imaginem que a Ucrânia se torna um membro da NATO e desencadeia essas operações militares”, disse Putin. “Nessa situação, deveríamos combater a NATO? Será que alguém pensou nisto? Parece que não”, adiantou.

Em conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, de visita a Moscovo, Putin enfatizou ser ainda possível garantir um acordo que satisfaça todas as partes.

Putin também acusou a NATO de ignorar os pedidos de segurança da Rússia, em particular a sua oposição à política de portas abertas da Aliança, que assegurou “não estar escrita em qualquer parte”.

Um dos pedidos russos inclui a retirada de tropas e armamento aliado dos países que ingressaram na NATO entre 1999 e 2004, onde se incluem a Polónia, Roménia e ainda os três Estados do Báltico, ex-repúblicas soviéticas.

Luso.eu - Jornal das comunidades
Redacção
Author: RedacçãoEmail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Para ver mais textos, por favor clique no nome do autor
Lista dos seus últimos textos

Adicione o seu comentário aqui!

luso.eu Jornal Comunidades

Não perca as promoções e novidades que reservamos para nossos fiéis assinantes.
O seu endereço de email é apenas utilizado para lhe enviar a nossa newsletter e informações sobre as nossas actividades. Você pode usar o link de cancelamento integrado em cada um de nossos e-mails a qualquer momento.

TEMOS NO SITE

Temos 796  pessoas que estão a ver esta página no momento, e 0 membros em linha

A SUA PUBLICIDADE AQUI?

News Fotografia