terça-feira, 07 fevereiro 2023

A lama dos dias

Fev. 02, 2023 Hits:278 Crónicas

DIGNIFICAR A AUTORIDADE

Fev. 01, 2023 Hits:130 Crónicas

Homoousios

Jan. 31, 2023 Hits:160 Crónicas

O Escorpião Marcelo

Jan. 31, 2023 Hits:106 Opinião

Insuspeito assassino

Jan. 27, 2023 Hits:205 Crónicas

Isto não é um país É …

Jan. 20, 2023 Hits:488 Opinião

A Importância da Educaç…

Jan. 19, 2023 Hits:1879 Crónicas

Epistocracia - O óptimo …

Jan. 15, 2023 Hits:1019 Opinião

No Palácio do Raio

Jan. 15, 2023 Hits:437 Apontamentos

Ucrânia: Manobras militares russas terminam nos próximos dias – Embaixador russo em Portugal





A sua generosidade permite a publicação diária de notícias, artigos de opinião, crónicas e informação do interesse das comunidades portuguesas.


O embaixador da Rússia em Portugal, Mikhail Kamynin, sublinhou hoje, em declarações à Lusa, que as movimentações das forças russas, que decorrem em território nacional e no quadro de exercícios militares planeados, terminam “nos próximos dias”.

“Todas as movimentações das forças russas estão a acontecer no território nacional e no quadro dos exercícios militares planeados, inclusive com os nossos aliados bielorrussos”, disse o diplomata russo, indicando que “o Presidente Vladimir Putin, o ministro da Defesa, Serguei Shoigu, e o ministro dos Negócios Estrangeiros, Serguei Lavrov, várias vezes sublinharam que acabados os exercícios, o que acontecerá no curto prazo, todas as forças que neles participam voltarão às suas localizações permanentes”.

Mikhail Kamynin salientou que estes exercícios regulares “aliás realizam-se não só nas regiões ocidentais da Rússia, mas também orientais, no Pacífico, no mar Cáspio, etc.” e que serão concluídos “já nos próximos dias”.

“Por exemplo, os exercícios conjuntos com a Bielorrússia terão fim a 20 de fevereiro”, precisou.

Questionado pela Lusa sobre se o número de militares russos concentrados ao longo da fronteira da Rússia com a Ucrânia nos últimos meses é realmente próximo de 140.000 soldados, como têm apontado os países membros da NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte), Kamynin reiterou o que disse o Governo russo: que o Ocidente teve uma “reação histérica” aos acontecimentos na Ucrânia e junto das suas fronteiras e que “a informação que circula no espaço mediático sobre o número de efetivos que participam nestes exercícios não tem nada que ver com a verdade”.

“É no mínimo estranho que os organizadores bem conhecidos da campanha de desinformação contra a Rússia nunca tenham mencionado que Kiev deslocou cerca de 130 mil militares para junto das suas fronteiras orientais”, observou ainda.

O embaixador russo insistiu também que “o caso ucraniano é só um elemento, embora importante, da atual situação de tensão”, recordando que em meados de dezembro de 2021, a Rússia, “empenhada na resolução diplomática dos problemas que surgiram, propôs aos Estados Unidos e à NATO que fosse discutida a possibilidade de elaborar novos parâmetros de garantia da paz e estabilidade na região e de assinar os respetivos acordos bilaterais que tomariam em consideração as preocupações legítimas da parte russa quanto à sua segurança”.

O diplomata refere-se às exigências feitas pelo Kremlin para reduzir a ameaça de conflito na região de que a Aliança Atlântica se comprometesse a não proceder a um alargamento a leste, não aceitasse a adesão da Ucrânia e que os destacamentos militares ocidentais retrocedessem até às fronteiras de 1997.

“Mas, infelizmente, os Estados Unidos e os seus aliados na NATO rejeitaram esta forma de trabalho conjunto e optaram por continuar a escalada mediática da situação em torno da Ucrânia e alegada concentração excessiva das forças russas junto das suas fronteiras orientais. O objetivo é bem visível – menosprezar as propostas construtivas de Moscovo e continuar a política destinada a detê-las”, sustentou.

Quanto à situação na região ucraniana de Donbass, onde as repúblicas separatistas de Donetsk e Lugansk pretendem o reconhecimento de Moscovo, o diplomata russo em Lisboa esclareceu que, embora a moção aprovada pelos deputados da Duma, favorável a tais pretensões separatistas, “reflita o que prevalece na opinião pública russa”, essa questão só “pode ser resolvida exclusivamente através da aplicação dos acordos de Minsk, que preveem o diálogo direto de Kiev com Donetsk e Lugansk”, e dos quais “a Rússia não faz parte”.

“A tarefa de todos os patrocinadores do regime de Kiev é levar à mesa de conversações, e não inundar a Ucrânia com armas”, defendeu.

“Como foi aparente nas recentes conversações em Moscovo do Presidente Vladimir Putin com o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Olaf Scholz, Paris e Berlim têm o entendimento claro da importância da realização na prática deste cenário”, rematou o embaixador russo em Portugal.

Luso.eu - Jornal das comunidades
Redacção
Author: RedacçãoEmail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Para ver mais textos, por favor clique no nome do autor
Lista dos seus últimos textos

Adicione o seu comentário aqui!

luso.eu Jornal Comunidades

Não perca as promoções e novidades que reservamos para nossos fiéis assinantes.
O seu endereço de email é apenas utilizado para lhe enviar a nossa newsletter e informações sobre as nossas actividades. Você pode usar o link de cancelamento integrado em cada um de nossos e-mails a qualquer momento.

TEMOS NO SITE

Temos 1126  pessoas que estão a ver esta página no momento, e 0 membros em linha

A SUA PUBLICIDADE AQUI?

EVENTOS ESTE MÊS

Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28

News Fotografia