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Portuguesa Martha Coelho candidata nas eleições locais quer Escócia independente





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A portuguesa Martha Mattos Coelho espera contribuir para o projeto de uma Escócia independente nas eleições locais de quinta-feira, nas quais é candidata pelo Partido Nacional Escocês (SNP) em Edimburgo.  

"O plano do SNP é fazer nestas eleições o que foi feito nas últimas eleições, quando ganhou uma maioria para a independência no parlamento [autónomo]. Se conseguimos ter a maioria para a independência nas autarquias também podemos reforçar essa mensagem, que a população da Escócia quer escolher o próprio futuro”, afirmou Martha Mattos Coelho à agência Lusa.

A lisboeta de 44 anos concorre pelo SNP na circunscrição [‘ward’] de Liberton/Gilmerton, no sul da capital escocesa, onde se instalou há cerca de seis anos. 

Após o referendo do ‘Brexit’, em 2016, quando 52% dos eleitores britânicos votaram a favor da saída do Reino Unido da União Europeia (UE), decidiu tornar-se ativa politicamente junto do partido independentista, que é pró-europeu. 

"Não queria deixar as coisas simplesmente acontecerem sem dar a minha ajuda”, explicou, sendo dirigente a nível local.

Residente numa antiga área mineira que está num processo de regeneração urbana e social, assume-se como uma candidata ambientalista, imigrante, pró-independência e mãe solteira de dois filhos. 

"Tento trazer a minha voz, porque não existem só famílias tradicionais, há famílias como eu, que passam por dificuldades próprias, e a autarquia tem de as saber ajudar”, defendeu.

Edimburgo tem uma grande população imigrante, pelo que o lote de candidatos do SNP também é diverso, incluindo cidadãos das Ilhas Fiji, Estados Unidos da América, Tanzânia e Caraíbas.

Otimista com os cerca de 50% de apoio na área, Martha Coelho disse que “se for eleita, ótimo, mas se não for eleita valeu pela experiência” porque tem “aprendido muito”. 

Menos confiante está Iolanda Banu Viegas, que também concorre por um partido que quer a independência, neste caso no País de Gales, onde a questão não está na agenda política. 

A conselheira das comunidades portuguesas é candidata pelo Plaid Cymru na vila de Wrexham, onde vive há 22 anos, na circunscrição de Erddig, depois de uma tentativa sem sucesso em 2017.

“Na realidade sei que não vou ganhar. Não nasci para a política, mas acredito em ver mais diversidade na democracia”, justificou Iolanda Viegas, em declarações à Lusa. 

Durante a campanha tem alertado para problemas locais, como a melhoria do serviço de autocarros, os dejetos caninos nos passeios e os buracos nas estradas, mas também está preocupada com questões mais amplas, como o aumento do custo de vida. 

“A Câmara Municipal [‘council’] de Wrexham precisa de usar o orçamento anual de 250 milhões de libras [300 milhões de euros] de forma mais proativa para ajudar a economia local a recuperar”, defendeu.

Além de fundadora da Comunidade da Língua Portuguesa de Wrexham, Viegas está ligada ao Teatro Nacional do País de Gales e a iniciativas antirracismo. 

Pelo menos nove portugueses são candidatos às eleições locais britânicas de 05 de maio, o maior número de sempre, refletindo um crescente interesse na participação política dos emigrantes e lusodescendentes.

Em Inglaterra, vão ser disputados 4.360 postos em 146 autarquias, na Escócia serão 1.227 assentos em 32 localidades e no País de Gales vão a votos 1.200 lugares em 22 municípios.

As eleições locais em Inglaterra realizam-se quase todos os anos, mas em diferentes autarquias ou circunscrições.

Estima-se que a comunidade portuguesa no Reino Unido ronde as 400 mil pessoas, sendo a quarta maior europeia, atrás da Polónia, Roménia e Itália.

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