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Crise/Energia: Siderúrgica Megasa suspende atividade no Seixal e na Maia





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A Siderúrgica Megasa decidiu suspender atividade nas fábricas do Seixal e da Maia devido ao aumento dos preços da eletricidade, da qual é o principal consumidor em Portugal, adiantou hoje o grupo.

Num comunicado, a dona da Siderurgia Nacional referiu que “o agravamento da crise energética provocada pela guerra e o consequente aumento radical dos preços de eletricidade e de gás natural levaram a Megasa a suspender atividade nas fábricas do Seixal e da Maia", precisando que "a paragem afeta a totalidade da atividade produtiva na Maia e a produção de aço no Seixal, sendo que nesta fábrica mantém-se a atividade de laminagem, utilizando o 'stock' ainda existente”.

Questionado pela Lusa, o grupo explicou que “decidiu antecipar a paragem anual que costuma fazer durante o verão, pelo que, neste momento, os colaboradores estão a gozar período de férias, e por isso, não se encontram em ‘lay-off’”, acrescentando que a “Siderurgia Nacional, do grupo Megasa, é o principal consumidor de energia elétrica em Portugal e um dos principais de gás natural”.

Na mesma nota, o grupo referiu que “a paragem aconteceu no passado dia 05 de março, com o contexto internacional a tornar economicamente inviável a produção das duas unidades. Cenário idêntico vive grande parte da indústria” em Espanha, referiu, onde detém várias unidades de produção.

Ainda assim, “consciente da preocupação manifestada já pelo Governo português e pela Comissão Europeia, a Megasa propôs ao primeiro-ministro a adoção de medidas extraordinárias na contratação de energia, nomeadamente através da colocação de energia adquirida pelo Comercializador de Último Recurso (CUR) a produtores em regime especial (PRE) aos consumidores” que usam eletricidade intensivamente.

“Com o apoio das instituições nacionais e europeias e recorrendo a mecanismos como o proposto, a Megasa considera ser possível manter a sua atividade, que representa 700 empregos diretos, 3.500 indiretos e uma exportação equivalente a 1.000 milhões de euros anuais”.

O grupo garantiu que “tem vindo a manter informados aos representantes dos trabalhadores, autarquias e entidades governamentais da gravidade da situação e ações tomadas”.

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Tony Da Silva
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