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Jogador de futebol com expressão de frustração e as mãos na cabeça, simbolizando a pressão e as emoções vividas em grandes competições, tema abordado no artigo sobre o Mundial2026.
Foto: Renato Paiva coloca Portugal no topo dos candidatos ao Mundial2026Créditos:Reprodução / Federação Portuguesa de Futebol


O treinador Renato Paiva afirmou hoje que Portugal está no patamar dos principais candidatos do título no Mundial2026 de futebol, a par da Argentina, atual detentora do troféu, Espanha e França, com outras seleções a surgirem numa segunda linha.

“Não vejo Portugal como ‘outsider’. No momento atual das seleções, sem ter em conta o historial, olho para dois patamares. Vejo a Argentina, atual campeã do Mundo e que tem sido muito uniforme a competir e ganhar, a Espanha, França e Portugal. Estas quatro no patamar superior de candidatura ao título”, disse o técnico em declarações à agência Lusa.

O treinador, de 56 anos, considerou que existe depois um segundo patamar de seleções que podem ambicionar ao título mundial, entre elas o Brasil, agora treinado pelo italiano Carlo Ancelotti, que considerou um fator diferenciador.

“Depois vejo numa segunda linha, pelos atuais momentos de forma, uma Alemanha, que é sempre a Alemanha, a Inglaterra e o Brasil, que anda a tentar encontrar-se, mas que tem um trunfo muito forte que é Carlo Ancelotti, e de Ancelotti podemos esperar tudo”, salientou.

No Mundial2026, que vai decorrer de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, Canadá e México, Portugal está integrado no Grupo K, juntamente com o Uzbequistão, a Colômbia e um adversário ainda a definir, que vai sair do play-off intercontinental entre República Democrática do Congo, Jamaica e Nova Caledónia.

Portugal está agora a preparar o particular de sábado com o México, que será disputado na Cidade do México, na reabertura do mítico Estádio Azteca, jogando depois frente aos Estados Unidos, na terça-feira, em Atlanta.

Renato Paiva conhece bem o futebol mexicano, depois de uma passagem pelo Toluca, entre dezembro de 2023 e dezembro de 2024, tendo também orientado o Club Léon.

O treinador, que percorreu os diversos escalões de formação do Benfica, já orientou também os brasileiros do Bahia, Botafogo e Fortaleza, bem como os equatorianos do Independiente del Valle, ao serviço dos quais se sagrou campeão.

Para o jogo de sábado, que em Portugal vai decorrer já na madrugada de domingo, Renato Paiva espera uma seleção mexicana na expectativa e a dar a iniciativa de jogo a Portugal.

“Vamos encontrar uma seleção que vai ter a motivação de jogar em casa, num Estádio Azteca renovado e num país que adora o futebol. Acredito que vai dar a iniciativa do jogo e a bola a Portugal e depois tentar ataques rápidos ou contra-ataques para surpreender Portugal”, vaticinou.

O técnico explicou que os mexicanos estão ainda numa fase de construção, com o selecionador Javier Aguirre a experimentar algumas das opções que tem ao seu dispor.

“É uma incógnita, a seleção mexicana é uma seleção em construção. Aguirre não chegou há muito tempo e fez alguns testes em convocatórias. Manteve uma espinha dorsal, mas foi experimentando alguns jogadores. Mesmo estando a pouco tempo do Mundial, no México não se acredita que esta seja já a convocatória definitiva”, explico o técnico luso.

Apesar de tudo, Renato Paiva salienta que a seleção mexicana tem “muita qualidade técnica” e que pode causar problemas à equipa das ‘quinas’.

“O México é uma equipa muito técnica, mas não é agressiva na abordagem do jogo e na abordagem ofensiva do jogo. Vai ser uma seleção em espera, com Portugal a assumir o jogo e a necessitar de ter alguns cuidados nos equilíbrios. Os mexicanos são evoluídos tecnicamente, com o goleador Jiménez na frente e extremos rápidos. Acho que vai este o perfil do jogo”, explicou.

Em relação ao ambiente no Estádio Azteca, o técnico explicou que os mexicanos vivem o futebol com paixão, mas “sem criar um clima hostil”.

“Os estádios no México costumam estar cheios, vivem com paixão, mas moderada. Criam ambiente bom, mas não é aquele ambiente de clima hostil. Os nossos jogadores já apanharam ambientes bem mais difíceis e também não acredito que seja por aí que Portugal tenha problemas”, concluiu.


 



 

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