Citado pelo PÚBLICO, Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical de Profissionais de Polícias (ASPP/PSP), referiu que nestas situações a prática corrente é entregar a arma para permitir análises, como a de balística.
Os agentes tendem a ficar em serviço burocrático até «para a sua própria segurança porque durante algum tempo não estará muito bem para serviço operacional», afirmou o sindicalista, adiantando que simultaneamente decorrem dois tipos de processo: um interno e disciplinar, para avaliar o respeito pelos regulamentos, e um outro criminal, através dos tribunais e com o objectivo de apurar «dolo, negligência ou crime».
Recorde-se que no último ano registou-se um caso semelhante em Lisboa, quando um PSP baleou um rapper de 30 anos e, na Batalha, um militar da GNR, em Outubro, matou a tiro um homem de 50 anos apanhado a roubar cobre.

Policia que ontem matou ladrão a tiro no Lumiar foi constituído arguido
