Num ano negro para a generalidade dos mercados mundiais, em que o principal índice da bolsa portuguesa (PSI20) recuou quase 28 por cento, houve exceções à regra das desvalorizações e três empresas cotadas no PSI20 fecharam o ano em terreno positivo, enquanto as outras 17 encerraram 2011 no vermelho.
As ações da Jerónimo Martins avançaram 12,19 por cento desde janeiro, seguidas pelo crescimento de 9 por cento dos títulos da EDP Renováveis e do ganho de quase 5 por cento da Cimpor.
Todas as outras cotadas fecharam o ano a perder valor, com o BCP em destaque pela negativa devido ao recuo de 75 por cento.
Mas o banco liderado por Carlos Santos Ferreira não caiu sozinho, contando com a companhia dos congéneres BPI, que recuou 62 por cento, do Banif, que perdeu 61 por cento, e do BES, que baixou 53 por cento.
Pelo meio dos títulos do setor bancário, nota para a queda de 67 por cento da Sonae Indústria.
Depois, a Brisa desvalorizou 51 por cento, a Portugal Telecom caiu 43 por cento, a Sonae resvalou 41 por cento, tal como a Mota-Engil. Já a Semapa baixou 35 por cento, enquanto a Zon e a Altri perderam cerca de 30 por cento do seu valor bolsista.
A Galp Energia recuou 21 por cento, a Portucel caiu 19 por cento, a REN desvalorizou 18 por cento e a Sonaecom regrediu 10 por cento. A menor queda do ano pertenceu à EDP, que caiu 4 por cento desde janeiro.
Face aos resultados de 2011, resta aos investidores brindarem a um 2012 mais positivo.
DN.
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