Dos dez elementos da família que agora são aguardados, apenas seis foram obrigados a deixar o Canadá: os pais e os quatro filhos. Isto porque os quatro netos nasceram em solo canadiano, pelo que podem retornar ao país quando quiserem. Um cidadão turco, marido de uma das filhas, também acompanha a família por livre vontade.
O advogado da família, Tony Dutra, disse na quinta-feira ter informação do gabinete do primeiro-ministro canadiano que Stephen Harper iria ainda analisar o caso, mas nenhuma decisão foi comunicada antes do embarque no avião da Sata que transportou os portugueses para os Açores.
No Canadá desde 2001, a família foi detectada pelas autoridades canadianas em 2007 por estar em situação ilegal no país.
Os portugueses fizeram então um pedido de imigração para obter estatuto de refugiado e, posteriormente, um pedido de autorização de residência no Canadá por razões humanitárias, os quais foram indeferidos pelas autoridades canadianas.

