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sábado, 23 outubro 2021

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Padrão desestabilizador da Rússia não mudou, está pior – Von der Leyen


(Lusa) – A presidente da Comissão Europeia comentou hoje que as ações da Rússia com vista a desestabilizar países vizinhos mas também a União Europeia constituem um padrão já com anos, que “não mudou” e, pelo contrário, “está a piorar”.

Ursula von der Leyen falava em conferência de imprensa, já hoje de madrugada, depois de um “debate estratégico” sobre a Rússia ao nível de chefes de Estado e de Governo da UE, no qual os 27 pediram à Comissão e ao Alto Representante para a Política Externa que elabore um relatório sobre “opções políticas” para as relações futuras com Moscovo.

“Fizemos um ponto da situação e todos concordámos que a Rússia está consistentemente a desafiar tanto os nossos interesses como os nossos valores, pelas suas ações no passado, mas também no presente”, começou por apontar.

“Todos conhecemos interferências e desestabilização nos países vizinhos, tais como Ucrânia, Moldova e Geórgia, e vimos a tentativa de enfraquecer a União Europeia e prejudicar Estados-membros, através de ameaças híbridas, sabotagem, assassinatos, táticas de divisão, ciberataques, campanhas de desinformação. Assistimos a este padrão há anos. Não mudou, está a piorar”, declarou.

No entanto, a presidente do executivo comunitário notou que “a UE e a Rússia estão vinculadas a um futuro comum”, pois, entre outras razões, a Rússia é “o maior vizinho da União Europeia” e “um ator importante para enfrentar os desafios globais e abordar assuntos regionais”, razão pela qual é necessário refletir sobre que tipo de relação pode a UE ter com este seu vizinho, algo para o qual a Comissão e o chefe da diplomacia, Josep Borrell, vão contribuir com a elaboração de um relatório, a ser apreciado pelos líderes já em junho.

“Decidimos pedir à Comissão e ao Alto Representante que apresentem um relatório com opções políticas para que possamos, ao nível do Conselho Europeu, voltar ao assunto em junho, e estabelecermos orientações políticas claras”, explicou o presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.

O Conselho Europeu condenou hoje as “atividades ilegais, provocadoras e disruptivas da Rússia contra a União Europeia” e convidou a Comissão Europeia a apresentar, nas próximas semanas, um relatório com “opções políticas” para as futuras relações com Moscovo.

A posição dos 27 consta de conclusões adotadas pelos chefes de Estado e de Governo da UE, reunidos em Bruxelas, na sequência de um “debate estratégico” sobre as relações com a Rússia, já previsto para o anterior Conselho Europeu de março, mas adiado por a cimeira afinal ter sido celebrada em formato virtual, o que suscitava receios de segurança dada a vulnerabilidade das videoconferências.

Nas curtas conclusões adotadas, e que não apresentam surpresas face ao previsto, os líderes europeus reafirmam “a unidade e solidariedade da UE face a tais atos”, alargando o seu apoio aos “parceiros de Leste” também alvo das interferências russas.

Um ponto das conclusões é expressamente dedicado à “solidariedade com a República Checa” e “apoio à sua resposta”, no recente diferendo diplomático que opôs Praga a Moscovo, na sequência da expulsão de diplomatas russos acusados pelas autoridades checas de serem espiões militares.

Tal como previsto, os líderes dos 27 convidam o Alto Representante da UE para a Política Externa, Josep Borrell, e a Comissão Europeia a elaborarem “um relatório com opções políticas para as relações UE-Rússia”, a ser apreciado na próxima cimeira, que decorrerá já no próximo mês de junho.

A terminar, o Conselho Europeu aponta que “a UE vai prosseguir a coordenação com parceiros que pensam da mesma forma”.

Os chefes de Estado e de Governo da União Europeia iniciaram ao início da noite de segunda-feira, em Bruxelas, um Conselho Europeu cuja agenda da primeira sessão foi totalmente consagrada à política externa.

Numa cimeira que prossegue terça-feira, com a pandemia da covid-19 e o combate às alterações climáticas na agenda, Portugal está representado pelo primeiro-ministro, António Costa, que não prestou declarações à imprensa no primeiro dia de trabalhos.


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