Faça login na sua conta

Usuário *
Senha *
Lembre de mim

Crie a sua conta aqui!

Os campos marcados com um asterisco (*) são obrigatórios.
Nome *
Usuário *
Senha *
Verifique a senha *
Email *
Verificar e-mail *
Captcha *
Reload Captcha
quinta-feira, 21 outubro 2021

Por favor habilite seu javascript para enviar este formulário

Desaparecidos quatro trabalhadores dos caminhos-de-ferro no centro de Moçambique



O luso.eu Jornal das comunidades é gratuito mas quero ajudar!

(Lusa) - Quatro trabalhadores da empresa dos Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique - CFM estão desaparecidos desde segunda-feira, no centro de Moçambique, disse hoje à Lusa fonte oficial.

Os colaboradores desapareceram no troço Floresta - Lunza, na província de Sofala, no centro de Moçambique, após a avaria da dresina (veículo ligeiro ferroviário) em que se faziam transportar, saindo de Inhaminga para Marromeu, disse o porta-voz dos CFM, Adélio Dias.

Os funcionários faziam um levantamento técnico para implementação de um sistema de telecomunicações ferroviárias na região, avançou.

"Assim que se notou o desaparecimento dos colegas, a direção executiva do centro iniciou ações de busca, tanto na linha férrea, como na rodovia e, mais tarde, reforçada por meio aéreo", acrescentou a empresa.

Na manhã de hoje, uma pessoa ficou ferida após um ataque armado contra um comboio na principal linha ferroviária do centro de Moçambique.

O ataque ocorreu por volta das 06:10 na linha de Sena, no troço entre Mazamba e Cundue, na província de Sofala, e o alvo foi um comboio do consórcio indiano ICVL, que opera quatro concessões de carvão mineral na província de Tete.

O porta-voz dos CFM disse que é prematuro associar os dois incidentes, avançando que as autoridades continuam a realizar operações para a localização dos funcionários desaparecidos.

Ligando o Porto da Beira, via Dondo, ao Maláui, a linha de sena, com 357 quilómetros, é considerada "espinha dorsal" da região centro, e é a partir dela que é transportado o carvão extraído por multinacionais em Tete.

O centro de Moçambique é, há pouco mais de um ano, palco de ataques armados atribuídos a um grupo de dissidentes da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo), o principal partido de oposição no país.

A autoproclamada Junta Militar da Renamo, liderada por Mariano Nhongo, antigo dirigente de guerrilha, é acusada de protagonizar ataques armados contra civis e forças governamentais em estradas e povoações das províncias de Sofala e Manica, centro de Moçambique, incursões que já provocaram a morte de, pelo menos, 30 pessoas desde agosto do ano passado.


Adicionar o seu comentário aqui!

luso.eu Jornal Comunidades

TEMOS NO SITE

Temos 468 visitantes e 0 membros em linha

Não perca as promoções e novidades que reservamos para nossos fiéis assinantes.
O seu endereço de email é apenas utilizado para lhe enviar a nossa newsletter e informações sobre as nossas actividades. Você pode usar o link de cancelamento integrado em cada um de nossos e-mails a qualquer momento.

A SUA PUBLICIDADE AQUI?

EVENTOS ESTE MÊS

Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
30
31

News Fotografia