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Governação da Liga de clubes debatida em Assembleia Geral em 09 de junho

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(Lusa) – A Liga de clubes vai debater a forma de governação do organismo em Assembleia Geral (AG), em 09 de junho, disse hoje à Lusa fonte de um dos 18 clubes da I Liga representados na reunião de presidentes.

Esta reunião magna da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) vai servir para discutir a governação do organismo liderado por Pedro Proença e apreciar o apoio anunciado para os clubes da II Liga, entre outros pontos da ordem de trabalhos que solicitados pelos emblemas profissionais, explicou à Lusa uma fonte de um outro clube.

No encontro de líderes, o presidente do Sporting de Braga, António Salvador, pediu a demissão dos clubes que integram a direção da LPFP, anunciando que iria agir judicialmente caso o campeonato não chegue ao fim, depois de terem sido dadas garantias que iria acontecer, confirmaram à Lusa as duas fontes.

A direção da LPFP é composta pelos primodivisionários Benfica, FC Porto, Sporting, Tondela e Gil Vicente, assim como por Mafra, Leixões e Cova da Piedade, da II Liga.

Uma outra fonte ligada ao processo confirmou à Lusa que Pedro Proença realçou que o seu lugar está sempre à disposição dos clubes, rejeitando que o antigo árbitro tenha colocado o lugar à disposição, acrescentando que o presidente do organismo vai apresentar um novo modelo de governação na próxima (AG).

A liderança de Proença tem sido questionada depois de ter sido divulgada uma carta do dirigente ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, solicitando a sua influência para fossem transmitidos em sinal aberto os restantes 90 jogos da I Liga, que tem reinício previsto para 04 de junho, depois da interrupção devido à pandemia de covid-19.

A direção da LPFP decidiu apontar Nacional e Farense como promovidos à I Liga, na sequência da conclusão precoce da II Liga, além da criação de um fundo de apoio no valor de 1,52 milhões de euros

Este apoio anunciado pela LPFP resulta da cedência da taxa de televisão paga pelos clubes da I Liga (550 mil euros), dos custos com os 90 jogos da II Liga que não se realizarão (500 mil euros) e da ativação dos fundos de infraestruturas de 2018/19 e 2019/20 (470 mil euros)

Estes montantes acrescem ao milhão disponibilizado pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), permitindo um encaixe individual de 180 mil euros a 14 emblemas da II Liga, excetuando as equipas B e os promovidos.

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