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Rúben Castro apela a líderes europeus para que a vacina para o Covid-19 seja disponibilizada a todos os países

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Rúben Castro, que é colaborador do Luso.eu, encontra-se em campanha durante a semana Mundial de Imunização, organizada pela Organização Mundial de Saúde, com o objetivo de garantir que os líderes europeus apoiem o acesso e a distribuição iguais de uma futura vacina para o Covid-19, de modo a que os países mais pobres do mundo tenham acesso à vacina ao mesmo tempo que as nações desenvolvidas.

Na próxima segunda-feira, 4 de maio, a União Europeia – em conjunto com a França, Alemanha, Reino Unido, Noruega e Arábia Saudita – lançará uma Resposta Global ao Coronavírus. A União Europeia e os seus parceiros pretendem atingir a meta de 7,5 mil milhões de euros em financiamento inicial de modo a garantir que todas as vacinas, diagnósticos e tratamentos para o coronavírus estejam disponíveis e sejam acessíveis em todo o mundo.

Rúben Castro espera que o primeiro-ministro português, António Costa, apoie também os esforços da Aliança Mundial para Vacinas e Imunização (GAVI), de modo a ajudar e a garantir que a imunização contra doenças como a poliomielite não seja interrompida nos países mais pobres do mundo e deste modo evitar uma carga adicional nos já sobrecarregados sistemas de saúde durante a resposta ao Covid-19.

O ativista madeirense integra o programa da ONE Global Activist, um grupo de cerca de 1000 voluntários dinâmicos, selecionados a partir de um processo de inscrição competitivo, focado na luta contra as desigualdades sociais. Na Bélgica, onde reside, existem 55 Embaixadores da Juventude com idades compreendidas entre os 17 e os 34 anos, a maioria estudantes, ativistas e jovens profissionais.

 “É fundamental que qualquer futura vacina para o Covid-19 seja disponibilizada para todos os países. É importante, também, que os esforços dedicados à vacinação de rotina, para doenças como o sarampo, continuem. Não podemos baixar os braços e repetir os erros do passado. Em 2019, durante o surto de Ébola na República Democrática do Congo, o número de pessoas que morreram de sarampo foi o dobro das que morreram de Ébola. Isto aconteceu devido à interrupção dos cuidados de saúde e dos programas de vacinação de rotina. A igualdade deve estar no âmago da resposta global a esta crise. Nenhum de nós estará em segurança até que todos estejamos seguros”, afirmou.

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