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quinta-feira, 04 março 2021

HOJE O ESTÔMAGO, EM BREVE A FILOSOFIA



Desde que iniciei a minha colaboração com LusoEU, alusões a Bruxelas e à Bélgica em geral, aparecem-me por todo o lado, a toda a hora.

Trata-se de um fenómeno conhecido por "atenção selectiva", como acontece com as grávidas, que só vêem bebés e grávidas onde quer que vão, e casos semelhantes. Desde um filósofo belga que eu não conhecia, até ao alho preto,ainda que este não tenha, aparentemente, ligação com a Bélgica.

Do filósofo falarei na próxima crónica, não quero assustar os leitores, já que se estas crónicas não pretendem ter, propriamente, um tom fútil, também não quero sobrecarregar ninguém com temas metafísicos ou intelectuais puros e duros.
Assim, introduzirei hoje um tema gastronómico, a partir do alho preto, de que nunca ouvira falar.

Sou da região do porco preto e fiquei muito curiosa acerca deste tipo de alho, que pelo que averiguei, parece ser o requinte dos requintes. Que tem Bruxelas a ver com isto? É que a página francesa de receitas fáceis e criativas onde vi esta alusão, refere particularmente um restaurante em Bruxelas que honra o alho preto com uma receita especial. O que partilho aqui com quem não saiba, como eu desconhecia.

Entretanto, na minha pesquisa, fiquei a saber que até existe em cápsulas, como o outro alho, e é vendido por todo o lado. Como é que é possível eu ter vivido até esta idade sem o conhecer?
Trata-se de um alho que passou por um processo de fermentação que lhe acentua o sabor, a textura, as propriedades medicinais e a... cor!, com as vantagens de o cheiro não ser tão forte. Parece perfeito.

É vendido nos bons mercados de Bruxelas e a receita do restaurante 203 de Bruxelas, no bairro Saint Gilles (também em take away, segundo o fb) é, segundo esta página, «chapelure à l'ail noir», uma das «inacreditáveis astúcias» do seu cozinheiro, Richard. Não conheço o restaurante nem o chef, nem mesmo o alho preto, mas não tenho razões para não acreditar na informação, e por isso aqui deixo a sugestão a quem esteja perto e queira confirmar.

O alho aparece na ficção como uma espécie de antídoto contra os vampiros, mas pelo contrário é evitado pelas pessoas que pretendam fazer meditação, porque, segundo dizem, dispersa a mente e impede a concentração. Por isso, não sei se será boa ideia, depois desta dose de alho de hoje, concentrarmo-nos, na próxima crónica, num autor cujo contributo foi dedicado, essencialmente, ao pensamento. Contudo, acredito que em algumas semanas teremos tempo para fazer a digestão e eliminar os efeitos dispersivos.

Luso.eu - Jornal das comunidades
Risoleta C. Pinto Pedro
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