Faça login na sua conta

Usuário *
Senha *
Lembre de mim

Crie a sua conta aqui!

Os campos marcados com um asterisco (*) são obrigatórios.
Nome *
Usuário *
Senha *
Verifique a senha *
Email *
Verificar e-mail *
Captcha *
Reload Captcha
domingo, 28 novembro 2021

Por favor habilite seu javascript para enviar este formulário

Não houve proibição mas recomendação sanitária sobre cânticos no Dia do Exército - PR



O luso.eu Jornal das comunidades é gratuito mas quero ajudar!

(Lusa) – O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse que “não houve proibição nenhuma” de cânticos nas celebrações de hoje do Dia do Exército, tendo havido sim “uma orientação” para que não acontecessem por razões sanitárias.

“Não houve proibição nenhuma, continuará a haver os cânticos, o que houve foi por razões meramente de medida sanitária nesta cerimónia dada uma orientação para que não existisse. Mas foi nesta cerimónia, não como regra geral, que eu acharia estranho, não faria sentido e felizmente não ocorreu”, disse Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas.

O Presidente da República falava à margem da cerimónia no âmbito da Jornada Memória e esperança, que com o plantar de um carvalho nos jardins do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, evocou a memória das vítimas da pandemia de covid-19.

Questionado pelos jornalistas sobre o incidente que levou a que hoje, nas celebrações do Dia do Exército, o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, tenha sido vaiado e pedida a sua demissão por centenas de ex-paraquedistas, o Presidente da República, que é também, por inerência de funções, o Comandante Supremo das Forças Armadas, disse ter-se informado imediatamente sobre o sucedido, tendo recebido a informação de que não houve qualquer proibição de cânticos.

Centenas de ex-paraquedistas vaiaram e pediram hoje a demissão do ministro da Defesa e do Chefe do Estado Maior do Exército durante a cerimónia militar nas comemorações do Dia do Exército, em Aveiro.

A iniciativa ficou marcada pelo protesto dos ex-paraquedistas, a que se juntaram antigos comandos, contra a alegada proibição de os militares no ativo cantarem o “Pátria Mãe”, o hino dos paraquedistas, durante o desfile militar.

À chegada à parada, o ministro da Defesa, João Gomes Cravinho, foi recebido por um coro de assobios que se prolongaram durante os discursos do governante e do Chefe do Estado-Maior do Exército, José Nunes da Fonseca, que também foi vaiado.

Durante praticamente toda a cerimónia ouviram-se gritos de “demissão”, “deixa os homens cantar” e “palhaço”, intervalados com cânticos e o brado dos paraquedistas.


Adicionar o seu comentário aqui!

luso.eu Jornal Comunidades

TEMOS NO SITE

Temos 599 visitantes e 0 membros em linha

Não perca as promoções e novidades que reservamos para nossos fiéis assinantes.
O seu endereço de email é apenas utilizado para lhe enviar a nossa newsletter e informações sobre as nossas actividades. Você pode usar o link de cancelamento integrado em cada um de nossos e-mails a qualquer momento.

A SUA PUBLICIDADE AQUI?

EVENTOS ESTE MÊS

News Fotografia